- A Copa do Mundo 2026 começou no dia 10; a estreia da seleção brasileira é no dia 13, com partidas que podem ocorrer em dias úteis e impactar o expediente, conforme autorização da empresa.
- Não é obrigação legal liberar folga ou flexibilizar horários; é essencial checar as regras internas e alinhar com a liderança com antecedência.
- Boas práticas: respeitar quem não acompanha o futebol, evitar excessos na torcida, manter entregas e atendimento estáveis, e usar áreas comuns ou compensar horas.
- A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) permite acordos de compensação de jornada, desde que haja planejamento e consentimento de ambas as partes; as ações devem ser opcionais e não obrigatórias.
- Dicas rápidas: confirme regras da empresa, não prejudique reuniões ou prazos, utilize o celular com moderação e retome o foco após o jogo.
O início da Copa do Mundo 2026 aconteceu na quinta-feira (10), com a estreia do Brasil prevista para sábado (13). O torneio ocorre nos Estados Unidos, Canadá e México, e a expectativa afeta também as áreas de trabalho em todo o país. Empresas avaliam como acompanhar os jogos sem prejudicar a produtividade.
Em ambiente corporativo, a grande questão é se vale flexibilizar horários ou liberar a visualização durante o expediente. A escolha depende de cada empresa, já que não há obrigação legal para folgas ou ajustes de jornada durante a competição. Trabalhar normalmente continua a regra para muitos trabalhadores.
Para orientar equipes, especialistas indicam alinhar normas internas com a liderança antes dos jogos. O planejamento envolve horários, uso de espaços comuns e até dress code, sempre mantendo o foco nas entregas e no atendimento aos clientes. Esse equilíbrio é visto como essencial.
Segundo Renato Mendes Baptista, CEO da Mendes Talent, é fundamental consultar as normas da empresa e buscar acordos de convivência. Gritos, provocações e palavrões são apontados como comportamentos que geram desconforto no ambiente.
Ele ressalta ainda o respeito à diversidade de perfis e interesses dentro da equipe, já que nem todos gostam de futebol. O uso excessivo do celular durante o expediente também é citado como ponto de atenção, pois pode sinalizar desmotivação.
Para a ABRH-SP, a Copa pode fortalecer o clima organizacional desde que o profissionalismo seja mantido. O equilíbrio ocorre quando a convivência não compromete a rotina, entregas ou atendimento a clientes.
A especialista orienta conversar com gestores e equipes para alinhar horários e demandas. Alternativas positivas incluem antecipar entregas, usar áreas comuns para assistir aos jogos ou compensar horas depois.
A CLT permite acordos de compensação de jornada, prática comum em eventos esportivos. Com planejamento, a produtividade não cai quando há respeito aos momentos de lazer.
Fernando Pedro, diretor-geral da Assigna, reforça que ações devem ser opcionais e previamente alinhadas. Regras claras ajudam a evitar ruídos e impactos no clima organizacional, inclusive quanto ao consumo de álcool.
A chave, segundo ele, é evitar pressão social para participação. Quem não participa deve sentir-se respeitado e manter a rotina normal. O ambiente corporativo continua com foco profissional durante a Copa.
A lista de recomendações de especialistas inclui observar as regras da empresa, evitar excessos na torcida e respeitar quem não acompanha o torneio. O objetivo é conviver com leveza sem perder a produtividade.
Entre as práticas sugeridas estão evitar abalar reuniões, manter o atendimento e cumprir prazos. O uso moderado de celular e redes sociais é visto como aceitável, desde que não haja desatenção.
Convivência respeitosa é destacada como essencial. Comunicar-se com clareza sobre horários e atividades evita conflitos e favorece a integração da equipe durante a Copa.
Quando a partida termina, o retorno às atividades deve ocorrer com foco renovado. A ideia é manter o ritmo de trabalho e a qualidade das entregas, mesmo em dias de jogos importantes.
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