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Brasileiros pintam ruas de verde e amarelo em todo o país

Brasileiros mantêm tradição de pintar ruas de verde e amarelo na Copa, com ações em todo o país e iniciativas lideradas por mulheres

Clima de Copa do Mundo: veja ruas pintadas com cores do Brasil | Ge
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  • Brasileiros em várias regiões pintam ruas de verde e amarelo durante a Copa, mantendo a tradição despite desafios atuais.
  • Em Macapá, na Avenida Ana Nery, moradores decoram o local desde 1994 com esculturas feitas de forma voluntária.
  • No Acre, uma rua foi decorada em homenagem ao jogador Weverton e ao cachorro caramelo, símbolos nacionais.
  • Em Saracuruna, no Rio de Janeiro, o trabalho é de um projeto 100% feminino, reunindo vizinhas para pintar a via.
  • A iniciativa visa manter a tradição para as futuras gerações, com participação de crianças e adolescentes em diferentes cidades.

Brasileiros seguem a tradição de pintar ruas com verde e amarelo durante a Copa do Mundo. Moradores de diversas regiões transformam vias, avenidas e até paralelepípedos em celebração à seleção e ao país, mantendo a prática apesar dos desafios atuais.

Em Macapá (Amapá), a decoração é mantida desde 1994, com a Avenida Ana Nery, no Laguinho, recebendo esculturas feitas por voluntários locais. Os integrantes destacam o orgulho de manter a mobilização anual, com início das atividades já próximo à abertura das partidas.

No Acre, uma rua ganhou homenagem a Weverton, jogador nascido em Rio Branco, associado ao Grêmio. A decoração combina a figura do atleta com o símbolo do cachorro caramelo, considerado símbolo nacional, reunindo moradores desde 2014 em toques de pintura e caracterização.

No Rio de Janeiro, o bairro Saracuruna, na Zona Oeste, executou o projeto com participação 100% feminina. Cinthia Castro reuniu vizinhas e familiares para manter a tradição, com participação de uma adolescente de 17 anos na coordenação criativa.

Ao longo do país, grupos locais afirmam que a iniciativa busca preservar memórias para a nova geração. O objetivo é permitir que crianças vivenciem a experiência da Copa e criem lembranças que sustentem a prática no futuro, com apoio de vizinhos e familiares.

Cidades do Sul e Sudeste também aparecem na releitura dessa tradição. Em Gravataí, no Rio Grande do Sul, e em Novo Hamburgo, com visitas de Neymar em registros de rua, moradores mantêm a decoração e divulgam imagens pelas redes locais.

Em cidades menores, como Paraíso, equipes comunitárias se organizam para pintar ruas em clima de Copa, reforçando a participação de diversas faixas etárias. Em cada região, os trabalhos costumam combinar pintura, esculturas e elementos simbólicos da seleção brasileira.

O material fotográfico divulgado mostra ruas de Murici e Santa Catarina com cores e detalhes que remetem à Copa. A circulação de imagens reforça a ideia de que a ação continua sendo uma expressão de identidade local, além de atrair visitas e atenção aos bairros.

Calendários de programação para a seleção e o torneio são difundidos por meio de redes comunitárias e sites locais, com foco na celebração e na cultura do país. A prática, conforme os relatos, permanece como tradição que resiste ao tempo e às mudanças sociais.

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