- Projeto em São Paulo, no bairro Bela Vista, utiliza a tinta Margem do Lago (Coral) no teto para criar continuidade com a parede azul e referências a Athos Bulcão, contando a história do apartamento.
- No Itaim Bibi, o Estúdio Minke criou uma caixa de cor com Gruta (Suvinil) que também chega ao teto, buscando identidade, calor e união visual entre quarto e closet.
- Lavabo na Vila Madalena recebe Terracal 543 no teto e paredes, com azulejo Salt Lake Spring (Portobello) no piso e meia-parede, resultando em ambiente acolhedor.
- Sala integrada à cozinha na Vila Nova Conceição usa teto amarelo Canto Barroco e branco Chiffon (Coral) para ampliar a percepção do espaço e manter continuidade com o piso.
- Porta-balcão com venezianas em um apartamento no centro de São Paulo recebe pintura xadrez no teto e rodameio em Hena (Suvinil), valorizando o hall de entrada e a iluminação.
No conjunto de projetos apresentados, o teto assume protagonismo visual, ganhando cores e texturas que criam unidade e imprimem identidade aos ambientes. As propostas variam entre pinturas à mão, tons sólidos e combinações com paredes, pisos e mobiliário.
No apartamento de 122 m² em São Paulo, o azul Margem do Lago, da Coral, cobre teto e paredes próximas a uma pilastra de concreto, inspirado em referência de Athos Bulcão. O arquiteto Ricardo Abreu diz que o recurso envolve o espaço sem encolhê-lo.
Em outro projeto paulistano, um apartamento de 153 m² no Itaim Bibi recebe Gruta, tinta acrílica acetinada da Suvinil, para criar uma caixa de cor que une quarto e closet. A arquiteta Camila Stump ressalta sensação mais imersiva e acolhedora.
No lavabo da Vila Madalena, paredes e teto ganham Terracal 543, com o piso em azulejo e meia-parede altas. A arquiteta Duda Senna comenta que o resultado une rusticidade à clareza dos materiais, gerando um ambiente convidativo.
A sala integrada à cozinha aposta no amarelo Canto Barroco e branco Chiffon no teto, acompanhando a transição do piso de tacos para porcelanato. O arquiteto Ricardo Abreu afirma que a cor amplia o espaço de forma perceptível, alinhando-se à planta.
Em um apartamento central, a porta-balcão com venezianas preserva elementos da década de 1920. O teto recebe pintura xadrez assinada pela designer Monica Fidelix, com rodameio na cor Hena, destacando o hall de entrada e as fotografias.
Na cozinha de Higienópolis, o rosa Figo, da Suvinil, define armários e paredes brancas. O projeto, assinado pela Quattrino Arquitetura, mantém o mosaico do Edifício Cinderela como referência estrutural, com puxadores em latão.
Um apartamento de 40 m² no Recife utiliza teto listrado com Cocada e Mostarda Dijon. A arquiteta Cecília Lemos diz que o conjunto cria uma passagem entre ambientes, conectando-se à estética retrô e à atmosfera lúdica.
A biblioteca de uma casa de campo na Holanda recebe teto pintado manualmente, com o artista Serge Hautvas ajudando. Judith van Mourik aponta que o desenho foi inspirado na paisagem ao redor e nas formas do interior.
No quarto de uma casa em Paulínia, o papel de parede Canto de Galo encontra o teto com faixas em Vermelho Tribal e Amarelo Dakota. O objetivo é criar contraste entre cores fortes e verde do ambiente, gerando calor e um toque lúdico.
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