- Maggie, uma westie, comeu cerca de um quilo de areia de banho de chinchila e depois absorventes com gel; veterinário comentou que foi quase miraculoso ela vomitar e salvou o carpete, em Fulford, North Yorkshire.
- A cadela da Rebecca devorou eletrônicos no porta-malas durante a viagem, além de partes da estrutura do carro; custo de reposição de cabos e peças foi de cerca de £ eight mil; hoje os cães viajam em caixa e não exigiu atendimento veterinário.
- Spotty comeu tudo que encontrou pela frente: sprinklers, 12 lâmpadas de jardim, uma palmeira, colchões e tapetes; chegou a ir a atendimento de emergência veterinária após comer dois ninhos de vespas; viveu até 13 anos.
- Carter, um drahthaar de 16 anos, abriu gavetas, comeu absorventes, copo menstrual, sabão e até carteira com cartão de crédito; adotado em França, ficou conhecido por abrir portas e gavetas na casa.
- Freddy Krueger, uma cadela de raças mistas do Canadá, chegou a comer pimentas habanero frescas direto do pé de pimentas, sem apresentar mal-estar intestinal.
Um conjunto de relatos de leitores do Guardian coloca cães em evidência por seus hábitos alimentares inusitados. As histórias compilam situações em que animais comeram itens fora do cardápio habitual, desde objetos domésticos até alimentos exóticos.
Maggie, West Highland branco de Fiona, ingeriu aproximadamente 1 kg de areia de banho para chinchilas e, em seguida, absorventes higiênicos com gel. A convulsão de vómito sólida chamou a atenção do veterinário, que classificou o episódio como milagroso para Maggie. A ocorrência ocorreu na casa de Fulford, no norte da Inglaterra.
Rebecca, veterinária e pesquisadora na Noruega, viajava com dois cães labradores soltos no porta-malas de um hatchback. A cadela mais jovem roeu eletrônicos, comeu o piso da mala e peças de poliestireno, até o carro precisar de reconfiguração elétrica cara. O incidente ocorreu durante o trajeto diário; não houve necessidade de tratamento veterinário adicional.
Em Portugal, a professora Isabel Tallysha-Soares relembra Spotty, um cão que, antes dos dois anos, devorou mangueiras de irrigação, 12 lâmpadas de jardim, uma palmeira, colchões e tapetes. Em duas ocasiões, mastigou ninhos de vespas, levando o animal ao pronto-socorro veterinário. Spotty viveu até os 13, falecendo por causas naturais.
Aurélie Viard-Tebby, moradora de Écuisses, França, adotou um drahthaar de 16 anos chamado Carter. Sem saber do passado dele, descobriu que ele abria gavetas e portas, consumindo absorventes, uma cupa menstrual, sabão de manteiga de karité e, por fim, a carteira com cartão de crédito. A convivência exigiu medidas de proteção doméstica.
James Skene, de Auckland, Nova Zelândia, teve a licença de dirigir engolida pelo cão Disco, um mestiço de collie. O animal também mastigou a tecla F11 do teclado, levando o tutor a manter um estoque de substituição para emergências. O item recolocado facilitou o uso diário do computador.
Outra história envolve um cão da Nova Zelândia que, ao mesmo tutor, comeu o bolo de aniversário decorado com Barbie, deixando o dono recorrer a uma compra emergencial de um bolo de supermercado para não decepcionar uma criança. O incidente ocorreu em Auckland e envolveu uma relação próxima entre dono e família.
Canadá também registra hábitos alimentares inusitados. Uma cadela chamada Freddy Krueger, de Sarah, 36, estudante e professora assistente, costuma buscar itens inusitados ao ar livre. Em um episódio, a cadela ingeriu pimentas habanero recém colhidas, sem apresentar efeitos adversos.
Essas histórias destacam que cães podem explorar o ambiente cotidiano em busca de itens variados. Em muitos casos, os tutores ressaltam a importância de adaptação do espaço, supervisão cuidadosa e medidas preventivas para evitar incidentes futuros.
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