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Influenciadora de 35 anos afirma ter orgulho de ainda ser virgem

Influenciadora de 35 anos afirma manter a virgindade por escolha própria, sem viés religioso, defendendo feminismo e combate ao patriarcado

Capturas de tela do Instagram de Sarah Alcantara, influenciadora
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  • Influenciadora e jornalista Sarah Alcantara, aos 35 anos, afirma ser virgem por escolha própria e vídeo ganhou viralidade.
  • Ela afirma que a decisão não tem relação com religião, mesmo sendo evangélica e mantendo ideais feministas.
  • A influenciadora diz ter sido ensinada a ser virgem, mas que a decisão de continuar assim é pessoal e que se considera experiente em relacionamentos.
  • Sarah defende que a virginidade não deve ser motivo de vergonha e cita exemplos de pessoas públicas que seguem o mesmo caminho.
  • Na legenda, ela mencionou Kaká, Caroline Celico e participantes do BBB 26 como referências que apoiam a escolha.

Sarah Alcantara, influenciadora e jornalista, publicou um vídeo no Instagram aos 35 anos afirmando que ainda não teve relações sexuais por escolha própria. A mensagem foi veiculada em tomada de decisão pessoal, sem relação com motivos religiosos.

A influenciadora descreveu-se como alguém que valoriza um estilo de conquista antigo, mas sem se enquadrar como conservadora. Mesmo se identificando como evangélica, afirma seguir ideais feministas e rejeitar o patriarcado.

Em sua fala, Alcantara disse que a virgindade não significa ingenuidade, destacando ter experiência em relacionamentos que contribuíram para moldar uma visão de mulher forte. A ideia central é que a escolha deve ser respeitada.

Repercussão e referências

Na legenda do post, a influenciadora mencionou admiração por pessoas que, em idade avançada, optaram por manter a virgindade. Ela afirmou que a decisão não deve gerar vergonha e citou exemplos públicos como Kaká e Caroline Celico, além de participantes de edições anteriores do BBB.

A publicação reforça a mensagem de que é possível ser evangélica, feminista e reconhecer a importância da autonomia sobre a própria vida sexual, sem reprimir ou julgar escolhas diferentes.

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