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Leitor afirma ter lido todas as edições da Folha de 1981 a 2026

Leitor relembra décadas lendo a Folha, revisita debates sobre religião, ciência e a perda de jornalistas veteranos ao longo dos anos

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  • O narrador relembra trechos de sua leitura da Folha, incluindo referências a personagens literários e cenas de julgamentos, ao acordar no Engenho Novo.
  • Destaca itens de seu Topo de capas e edições antigas: fotos de 300 mil nas ruas pelas diretas em 1984, imagens da Copa de 1970 e a morte de Robert Kennedy em 1968.
  • O Top 1 do grupo é o texto Quão essencial é a religião?, de Hélio Schwartsman, publicado em junho de 2020.
  • Reflete sobre a frase: “e que faça questão de ser adorada por humanos”, imaginando a ideia de uma entidade onisciente que recebe orações.
  • Pergunta quantos jornalistas que atuaram na Folha entre 1981 e 2026 ainda estão vivos e lamenta as perdas de Clóvis Rossi e Ricardo Bonalume Neto, dizendo ter chorado por eles.

Ao acordar no Engenho Novo, um leitor relembra a prática de acompanhar todas as edições da Folha desde 1981. O texto combina lembranças de figuras literárias com memórias da história da imprensa brasileira.

A narrativa descreve uma leitura extensa, sem se limitar a uma cronologia única. O autor menciona nomes de escritores e figuras literárias para ilustrar a relação entre jornalismo, cultura e memória editorial.

Ao longo do texto, há referência a uma seleção de capas e reportagens marcantes, incluindo registros de 1984, 1970 e 1968. Esses fragmentos reforçam a ideia de um acervo que atravessa décadas.

Sobre o período recente, o leitor cita uma coluna de Hélio Schwartsman e discute uma linha de pensamento relacionada a religião e ciência, sem afirmar posições próprias, apenas registrando trechos e reflexões.

O texto também aborda o tamanho do acervo da Folha, destacando a diversidade de formatos e de temas. O objetivo é evitar paralelos fáceis e manter o foco na memória institucional da publicação.

Entre as menções, o leitor registra o impacto emocional de falecimentos de jornalistas da Folha. A obra cita Clóvis Rossi e Ricardo Bonalume Neto como exemplos de perdas que marcaram a reportagem.

Ao final, o autor observa o valor de preservar a memória de quem construiu a história do jornalismo desde 1981. A reflexão aponta para a continuidade da leitura como forma de entender o presente.

Notas sobre o acervo e as perdas

A pauta registra datas, nomes e episódios que aparecem ao longo das décadas, sem atribuir escolhas editoriais. A intenção é oferecer um retrato objetivo do vínculo entre leitor, arquivo e memória jornalística.

Perspectivas do leitor

O texto permanece centrado na experiência humana de ler, lembrar e sentir a ausência de colegas que já partiram. A linguagem preserva o tom neutro, sem opinião explícita, apenas relato de fatos e impressões.

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