- Motivada a fugir do financiamento imobiliário de 35 anos e da pressão dos aluguéis, a criadora de conteúdo buscou uma moradia mais acessível.
- Comprou o barco de 15 metros por 30 mil libras, priorizando a boa estrutura externa para reformar o interior por conta própria.
- Ao longo de um ano, reformou sozinha o interior: integrando cozinha e sala, pintando paredes e ampliando o banheiro.
- O custo mensal caiu de 1.500 para 500 libras, gerando economia de mil libras por mês (aproximadamente R$ 7 mil).
- Vive a bordo desde setembro de 2021 com o cachorro Teddy, em marina fixa, e planeja viagens de longo prazo sem voltar a morar em terra firme.
Dottie Turnbull, criadora de conteúdo de 25 anos, trocou o aluguel de terra por morar em um barco estreito de 15 metros nas vias navegáveis do Reino Unido. Ela reformou o interior ao longo de um ano, acompanhada de seu cachorro Teddy, desde setembro de 2021. A mudança reduziu significativamente seus custos mensais e aproximou-a de um estilo de vida ligado à natureza.
A decisão começou em 2021, quando o proprietário de uma casa de campo em Cambridgeshire decidiu vendê-la. Com economias e empréstimos, a jovem adquiriu a embarcação The Tanglewood por 30 mil libras, valor abaixo da média local por conta do interior antiquado. A estrutura externa ficou intacta, permitindo personalizar o espaço com mais facilidade.
Ela executou a reforma sozinha, removendo carpetes, abrindo a cozinha para a sala, pintando áreas internas e ampliando o banheiro. O maior desafio técnico foi adaptar o banheiro em um barco que balança, sem uso de ferramentas de precisão de uma casa estável, o que exigiu planejamento cuidadoso para manter o alinhamento.
Economia e impacto financeiro
A mudança de moradia levou a uma redução de custos mensais: de cerca de 1.500 libras para 500 libras, incluindo taxas de amarração, combustível e manutenção. A economia de aproximadamente 1.000 libras por mês equivale a cerca de R$ 7 mil, valor que, segundo a reportagem, financiou viagens de longo prazo, como um ano sabático pela Austrália.
Hoje, a moradia é fixa em marina permanente, com tarefas diárias como monitorar o clima e esvaziar o reservatório. A criadora não planeja retornar a morar em terra firme e continua ajustando o espaço conforme necessidade e orçamento.
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