- No dia 12 de setembro, o Brasil apresenta contrastes climáticos significativos.
- O Sul enfrenta geadas e temperaturas negativas, enquanto o Norte e o Centro-Oeste lidam com uma onda de calor tardia.
- A massa de ar polar continua a afetar o Sul, com risco de geadas generalizadas em estados como Paraná e Santa Catarina.
- No Centro-Oeste, a umidade baixa pode cair abaixo de 12% à tarde, especialmente em Mato Grosso do Sul e Sul de Goiás.
- No Nordeste, uma frente fria no oceano traz umidade e possibilidade de chuvas intensas em Salvador e regiões próximas.
Na terça-feira, 12 de setembro, o Brasil enfrenta contrastes climáticos significativos. Enquanto o Sul do país ainda lida com geadas e temperaturas negativas, o Norte e o Centro-Oeste enfrentam uma onda de calor tardia, com temperaturas acima da média.
A previsão do Climatempo indica que a massa de ar polar, que provocou o terceiro episódio de neve do ano, continua a afetar o Sul, especialmente durante as madrugadas. O risco de geadas generalizadas permanece elevado em estados como Paraná e Santa Catarina. Apesar do frio, algumas áreas podem registrar pancadas de chuva fraca.
Condições no Centro-Oeste e Nordeste
No Centro-Oeste, o dia começa frio, especialmente em Mato Grosso do Sul e Sul de Goiás. Contudo, a umidade baixa se torna crítica à tarde, com índices podendo cair abaixo de 12%. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para a necessidade de atenção redobrada. No Nordeste, uma frente fria no oceano traz umidade para o litoral sul da Bahia, com possibilidade de chuvas intensas em Salvador e regiões adjacentes.
Situação no Norte
A região Norte também enfrenta desafios climáticos. No Amazonas, Pará e Roraima, há risco de chuvas intensas e temporais isolados. Enquanto isso, Tocantins, Acre e Rondônia terão tempo aberto, mas Rondônia pode registrar umidade abaixo de 30% durante a tarde. O Inmet recomenda que a população evite enfrentar o mau tempo e siga orientações de segurança, especialmente em áreas suscetíveis a chuvas fortes.
Essas condições climáticas extremas refletem a diversidade do clima brasileiro, que varia drasticamente de uma região para outra, exigindo atenção constante da população e das autoridades.
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