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Las Médulas, patrimônio cultural romano, é devastado por incêndios florestais

Incêndio em Las Médulas destrói patrimônio cultural e ameaça economia local, com apelo por medidas de recuperação e prevenção urgente

Um monte em chamas na localidade de Las Médulas, na comarca leonesa de El Bierzo, este lunes. (Foto: David Voces Olego - EFE)
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  • Um incêndio em Las Médulas, na província de León, Espanha, causou danos significativos em 2025.
  • A área é um Patrimônio Mundial da UNESCO e a maior mina de ouro a céu aberto do Império Romano.
  • O prefeito de Carucedo, Alfonso Fernández Pacios, solicitou a declaração da região como zona catastrófica.
  • O incêndio afetou a vegetação local, incluindo castanhos centenários, e danificou infraestruturas turísticas, como o Aula Arqueológica de Las Médulas.
  • O impacto se estende a residências e estruturas agrícolas, prejudicando a economia local que depende da colheita de castanhas.

Um incêndio devastador em Las Médulas, na província de León, Espanha, causou danos significativos a este Patrimônio Mundial da UNESCO, reconhecido como a maior mina de ouro a céu aberto do Império Romano. O evento ocorreu em 2025, levando o prefeito de Carucedo, Alfonso Fernández Pacios, a solicitar a declaração da área como zona catastrófica.

O incêndio afetou não apenas a vegetação local, incluindo castanhos centenários, mas também infraestruturas turísticas essenciais, como o Aula Arqueológica de Las Médulas e o mirador de Orellan. Javier Sánchez-Palacios, professor ad honorem do CSIC, destacou que o incêndio não atingiu apenas um monumento natural, mas um paisagem cultural moldada pela atividade humana ao longo dos séculos.

As chamas destruíram parte do ecossistema que sustenta a área, comprometendo a estabilidade do solo e aumentando o risco de erosão. A vegetação perdida, especialmente os castanhos, é crucial para a preservação do espaço protegido de 2.100 hectares. A Junta de Castilla e León ainda não divulgou a extensão total dos danos, pois as operações de extinção continuam.

O impacto do incêndio se estende a cinco residências e várias estruturas agrícolas, afetando diretamente a economia local, que depende da colheita de castanhas. Óscar Fernández, proprietário de um restaurante na região, expressou preocupação com a recuperação do turismo, que atrai cerca de 200.000 visitantes por ano. A situação é alarmante, e moradores clamam por medidas de prevenção e limpeza para evitar novos desastres.

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