- Mauricio Tolmasquim, ex-diretor de transição energética da Petrobras, assumiu o cargo no conselho de administração da Eletrobras no fim de maio.
- Ele foi convidado para prestar consultoria ao Banco Mundial, com foco na substituição do óleo diesel por fontes renováveis na Amazônia.
- Tolmasquim consultou a Comissão de Ética Pública sobre possíveis conflitos de interesse e recebeu autorização para atuar sem cumprir quarentena.
- Seu trabalho incluirá a elaboração de um estudo técnico sobre as barreiras à adoção de energias renováveis na geração elétrica na Amazônia, com análise institucional e entrevistas com stakeholders.
- Tolmasquim não poderá atuar como intermediário em assuntos de interesses privados junto à Petrobras, para evitar conflitos de interesse.
Após assumir o cargo no conselho de administração da Eletrobras no fim de maio, Mauricio Tolmasquim, ex-diretor de transição energética da Petrobras, recebeu um convite para atuar como consultor do Banco Mundial. O foco de sua consultoria será a substituição do óleo diesel por fontes renováveis na Amazônia.
Tolmasquim consultou a Comissão de Ética Pública da Presidência para esclarecer possíveis conflitos de interesse relacionados ao seu trabalho anterior na Petrobras. Ele informou que a consultoria não está vinculada às suas atividades passadas e não envolve o uso de informações privilegiadas. A Comissão de Ética analisou a situação e autorizou Tolmasquim a atuar sem cumprir quarentena, considerando que a atividade é técnica, autônoma e de curto prazo.
Detalhes da Consultoria
O trabalho de Tolmasquim incluirá a elaboração de um estudo técnico sobre as barreiras e resistências à adoção de energias renováveis na geração elétrica na região amazônica. O projeto envolverá análise institucional, coleta de dados e entrevistas com stakeholders locais e nacionais. A consultoria visa contribuir para a formulação de políticas públicas que promovam a transição energética na região.
Embora tenha recebido autorização para a consultoria, Tolmasquim não poderá atuar como intermediário em assuntos de interesses privados junto à Petrobras. Essa restrição visa evitar qualquer tipo de conflito de interesse que possa surgir devido à sua experiência anterior na estatal.
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