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MPF investiga operações da Petrobras no campo de Itapu por possíveis irregularidades

Ministério Público Federal investiga descarte irregular de fluído de perfuração no Campo de Itapu, destacando riscos ambientais significativos

O caso ocorreu em 2023, virou alvo de apurações do Ibama em 2024 e agora também será objeto de apuração do MPF. (Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)
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  • O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito para investigar o descarte irregular de 1.800 litros de fluído de perfuração no Campo de Itapu.
  • O incidente ocorreu em 2023 e já estava sendo apurado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em 2024.
  • O Campo de Itapu, operado pela Petrobras, está localizado a 200 quilômetros da costa do Rio de Janeiro e foi descoberto em 2012.
  • O fluído de perfuração é essencial para a segurança das operações de extração, mas seu descarte inadequado pode causar danos ambientais.
  • A investigação do MPF busca esclarecer as circunstâncias do descarte e responsabilizar os envolvidos, destacando a importância da fiscalização ambiental.

O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito para investigar o descarte irregular de 1.800 litros de fluído de perfuração em poços de petróleo no Campo de Itapu, operado pela Petrobras. O incidente ocorreu em 2023 e já estava sendo apurado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em 2024.

Localizado a cerca de 200 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, o Campo de Itapu é uma importante jazida de petróleo e gás na Bacia de Santos, descoberta em 2012. O fluído de perfuração, utilizado em atividades de extração, é essencial para a segurança e eficiência das operações, mas seu descarte inadequado pode causar sérios danos ambientais.

A investigação do MPF visa esclarecer as circunstâncias do descarte e responsabilizar os envolvidos. O Ibama já havia iniciado sua própria apuração, indicando a gravidade da situação e a necessidade de medidas rigorosas para proteger o meio ambiente.

As ações de fiscalização e controle ambiental são fundamentais para garantir que atividades de exploração de petróleo não comprometam os ecossistemas marinhos. O caso do Campo de Itapu destaca a importância da transparência e da responsabilidade das empresas no setor energético.

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