- O Ibama e a Petrobras realizaram um simulado de perfuração do poço Morpho na bacia Foz do Amazonas, encerrado em 27 de agosto.
- O teste durou quatro dias e é a última etapa antes da concessão da licença ambiental, que é aguardada pela indústria do petróleo e criticada por ambientalistas.
- A Petrobras mobilizou cerca de 400 profissionais, seis embarcações, três aeronaves e dois centros de atendimento a fauna afetada em Belém e Oiapoque (AP).
- A bacia Foz do Amazonas é uma área ambientalmente sensível, com manguezais importantes para a biodiversidade e retenção de carbono.
- O Ibama ainda não se manifestou sobre o resultado do simulado e não há previsão para a conclusão do relatório.
O Ibama e a Petrobras realizaram um simulado de perfuração do poço Morpho na bacia Foz do Amazonas, encerrado nesta quarta-feira (27). O teste, que durou quatro dias, é considerado a última etapa antes da concessão da licença ambiental, aguardada com expectativa pela indústria do petróleo e criticada por ambientalistas.
A Petrobras informou que o simulado envolveu cerca de 400 profissionais e teve como objetivo avaliar a eficácia do plano de emergência para vazamentos de óleo. A estatal destacou que foram mobilizadas seis embarcações para contenção e recolhimento de óleo, além de três aeronaves e dois centros de atendimento a fauna afetada, localizados em Belém e Oiapoque (AP).
A bacia Foz do Amazonas é uma região de alta sensibilidade ambiental, com manguezais que desempenham um papel crucial na biodiversidade e na retenção de carbono. O poço Morpho, localizado a 175 quilômetros da costa do Amapá, foi perfurado em uma lâmina d’água de 2.800 metros, tornando-se um dos mais profundos do Brasil.
O Ibama ainda não se manifestou sobre o resultado do simulado. Na semana passada, o órgão afirmou que não é possível prever o tempo necessário para a conclusão do relatório, dada a complexidade da análise. A Petrobras aguarda a posição do Ibama para definir os próximos passos em relação à perfuração na região.
Entre na conversa da comunidade