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Minhoca do fundo do Oceano Pacífico revela pigmento tóxico e levanta questões sobre a segurança de produtos cosméticos com químicos eternos

A espécie Paralvinella hessleri acumula partículas microscópicas de arsênio em sua pele, que reagem com sulfeto para formar uma armadura microscópica de orpimento amarelo (Foto: Reprodução)
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  • A minhoca Paralvinella hessleri, encontrada em fontes hidrotermais no Oceano Pacífico, produz orpimento, um pigmento tóxico, ao reagir arsênio e sulfeto em sua pele.
  • A descoberta foi publicada na revista PLOS Biology e revela que a minhoca acumula partículas de arsênio, formando uma armadura amarela de orpimento.
  • O pigmento, utilizado por artistas como Rembrandt e Cézanne, é menos tóxico que os compostos originais, permitindo a tolerância da minhoca.
  • Um estudo recente mostra que postagens sobre pesquisa na rede social Bluesky têm maior interação do que aquelas na plataforma X (anteriormente Twitter).
  • Pesquisadores também alertam sobre a presença de químicos eternos em produtos cosméticos, detectados em tecidos humanos, levantando preocupações sobre seus efeitos nocivos.

A minhoca Paralvinella hessleri, encontrada em fontes hidrotermais no fundo do Oceano Pacífico, revela uma nova faceta na biologia ao produzir orpimento, um pigmento tóxico. Essa descoberta, publicada na revista *PLOS Biology*, mostra que a minhoca acumula partículas microscópicas de arsênio em sua pele, que reagem com sulfeto, formando uma armadura amarela de orpimento. Este pigmento, utilizado por artistas como Rembrandt e Cézanne, é menos tóxico que seus compostos originais, permitindo que a minhoca o tolere.

Além dessa descoberta, um estudo recente indica que postagens sobre pesquisa na rede social Bluesky têm maior interação do que aquelas na plataforma X (anteriormente Twitter). Pesquisadores analisaram centenas de milhares de postagens e concluíram que o Bluesky promove uma comunicação científica mais reflexiva e interpretativa, em contraste com o X, que serve principalmente como ferramenta de disseminação.

Por outro lado, a presença de químicos eternos em produtos cosméticos tem gerado preocupações. Estudos globais revelam que esses compostos estão presentes em tecidos humanos, levantando questões sobre seus potenciais efeitos nocivos. A epidemiologista Stephanie Eick destaca que, independentemente da faixa etária ou demográfica, todos apresentam níveis detectáveis dessas substâncias. Pesquisadores buscam entender os riscos associados, enquanto consumidores enfrentam informações muitas vezes não científicas sobre ingredientes a evitar.

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