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Lancha desaparece na Ilha das Cobras e corpos são encontrados em São Paulo

Buscas intensificam-se na Ilha da Queimada Grande após naufrágio de lancha; dois corpos foram recuperados e um tripulante permanece desaparecido

Ilha das Cobras: Local é lar da jararaca-ilhoa, cobra mais peçonhenta do Brasil (Foto: ICMBio)
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  • Duas pessoas foram encontradas mortas após o naufrágio de uma lancha próximo à Ilha da Queimada Grande, conhecida como Ilha das Cobras, no último sábado (26).
  • As buscas pelo terceiro tripulante, que está desaparecido, continuam.
  • O naufrágio ocorreu a aproximadamente 25 quilômetros da costa de Itanhaém, em São Paulo.
  • A lancha, chamada “Jany”, tinha três tripulantes e fez um pedido de socorro ao proprietário de uma marina.
  • O Grupo de Busca e Salvamento da Marinha (GBMar) e a Força Aérea Brasileira (FAB) estão coordenando as operações de resgate na região.

Duas pessoas foram encontradas mortas após o naufrágio de uma lancha próximo à Ilha da Queimada Grande, também conhecida como Ilha das Cobras, no último sábado (26). As buscas pelo terceiro tripulante, que permanece desaparecido, continuam. O incidente ocorreu a aproximadamente 25 km da costa de Itanhaém, em São Paulo.

A lancha, chamada “Jany”, estava com três tripulantes quando um pedido de socorro foi feito ao proprietário de uma marina. O Grupo de Busca e Salvamento da Marinha (GBMar) foi acionado e, com o auxílio de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), a embarcação foi localizada na região da Praia da Baleia. Até o momento, dois corpos foram recuperados.

Ilha da Queimada Grande

A Ilha da Queimada Grande é famosa por sua alta densidade de cobras venenosas, especialmente a Bothrops insularis, conhecida como jararaca-ilhoa. A ilha, com 430 mil metros quadrados, é uma área de proteção ambiental e abriga o segundo maior número de cobras do mundo, perdendo apenas para a Ilha de Shedao, na China. O farol da ilha foi automatizado em 1925, e a região é caracterizada por sua geografia rochosa, sem praias ou fontes de água doce.

Historicamente, a Marinha realizou queimadas na ilha para controlar a população de cobras, prática que durou por séculos. As águas ao redor da ilha são conhecidas por sua visibilidade e diversidade marinha, incluindo espécies como barracudas e tartarugas. As buscas pelo tripulante desaparecido seguem sob a coordenação da Marinha e dos Bombeiros, que continuam a mobilizar recursos na região.

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