- A Região Metropolitana de São Paulo enfrenta uma nova crise hídrica, com os níveis de armazenamento em queda.
- Entre 30 e 31 de agosto, o volume total de água caiu de 37,4% para 37,2%, o menor índice para a data desde 2015.
- O Sistema Cantareira reduziu seu volume de 34,8% para 34,6%, e o Alto Tietê de 29,7% para 29,5%.
- A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) anunciou a redução da pressão na distribuição de água durante as madrugadas e diminuiu o volume retirado do Cantareira de 31 m³/s para 27 m³/s.
- A população deve seguir as orientações da Sabesp e adotar medidas de economia de água.
O Sistema de Mananciais da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) enfrenta uma nova crise hídrica, com os níveis de armazenamento em queda. Entre os dias 30 e 31 de agosto, o volume total caiu de 37,4% para 37,2%, o menor índice para a data desde 2015, quando a região enfrentou uma grave crise. Naquele ano, os reservatórios estavam com apenas 9% de sua capacidade.
A Sabesp (SBSP3) informou que todos os sistemas mananciais apresentaram redução no volume. O Sistema Cantareira, por exemplo, passou de 34,8% para 34,6%, enquanto o Alto Tietê caiu de 29,7% para 29,5%. Outros sistemas, como Guarapiranga e Cotia, também registraram diminuições, refletindo a baixa pluviometria na região.
Medidas Adotadas
Diante da situação, a Sabesp anunciou a redução da pressão na distribuição de água na RMSP durante as madrugadas, por um período de oito horas. Além disso, houve uma diminuição no volume de água retirado do Sistema Cantareira, que passou de 31 m³/s para 27 m³/s, conforme determinação da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e da Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas).
A situação atual reforça a necessidade de monitoramento constante e de ações efetivas para garantir o abastecimento de água na região, que já passou por crises severas no passado. A população deve estar atenta às orientações da Sabesp e adotar medidas de economia de água.
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