- O Brasil se prepara para a COP30, que ocorrerá em novembro em Belém.
- A Coalizão do Setor Elétrico Brasileiro foi criada para unir os principais atores do setor em torno de uma agenda comum para a transição climática.
- O setor elétrico brasileiro, com forte presença de hidrelétricas e crescente uso de energia eólica e solar, busca consensos entre seus múltiplos atores.
- A Coalizão, liderada pela PSR e articulada pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, já reúne mais de setenta empresas.
- Um relatório será lançado antes da COP30, contribuindo para a agenda climática nacional e reforçando o papel do setor na transição energética.
O Brasil se prepara para a COP30, que ocorrerá em novembro em Belém, destacando sua matriz elétrica diversificada e renovável. A Coalizão do Setor Elétrico Brasileiro foi criada para unir os principais atores do setor em torno de uma agenda comum para a transição climática, com um relatório a ser lançado antes do evento.
O setor elétrico brasileiro, que já conta com uma significativa participação de hidrelétricas, e um aumento no uso de energia eólica e solar, enfrenta o desafio de encontrar consensos entre seus múltiplos atores. A heterogeneidade do setor pode ser uma força, impulsionando soluções criativas que equilibrem interesses e acelerem a transição energética. A COP30 será uma vitrine geopolítica, permitindo ao Brasil demonstrar sua capacidade de liderança na construção de soluções para a crise climática.
A Coalizão do Setor Elétrico
A Coalizão, articulada pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e liderada pela PSR, já reúne mais de 70 empresas. O objetivo é mapear e engajar os principais agentes do setor, identificando oportunidades e estruturando uma agenda de consenso. Esse documento será uma contribuição concreta à agenda climática nacional, reforçando o protagonismo do setor na transição energética.
A transformação energética no Brasil não se limita a substituir tecnologias, mas envolve repensar o uso da energia limpa já gerada. Isso inclui eletrificar processos industriais e modernizar sistemas de transporte, sempre mantendo a renovabilidade da matriz elétrica sem comprometer a modicidade tarifária. A coalizão representa uma oportunidade histórica para o Brasil mostrar ao mundo sua maturidade técnica e política na liderança de uma transformação energética justa e ambiciosa.
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