- Em agosto de 2025, o Brasil registrou 18.451 focos de queimadas, quase o dobro dos 9.803 focos de julho.
- O Maranhão liderou as queimadas com 2.493 focos, seguido por Mato Grosso com 2.322 focos.
- Entre 1 de janeiro e 8 de setembro de 2025, foram contabilizados 24.534 focos, número inferior ao mesmo período de 2024.
- Apesar da redução no acumulado anual, o risco de incêndios permanece alto, especialmente nas regiões Centro-Oeste, sul da região Norte e interior do Nordeste.
- Meteorologistas alertam para calor intenso e tempo seco, mesmo com previsão de aumento da umidade e chuvas em algumas áreas.
Agosto de 2025 foi marcado por 18.451 focos de queimadas no Brasil, quase o dobro do registrado em julho, que teve 9.803 focos. Este aumento acende um alerta, mesmo com a redução no acumulado anual em relação a 2024, quando foram contabilizados mais de 159 mil focos até setembro.
Os dados do BDQueimadas, do INPE, mostram que o Maranhão liderou as queimadas em agosto, com 2.493 focos, representando 13,5% do total. Mato Grosso segue com 2.322 focos, ambos os estados enfrentando condições climáticas adversas, como altas temperaturas e baixa umidade, que favorecem a propagação do fogo.
Entre 1 de janeiro e 8 de setembro de 2025, o Brasil registrou 24.534 focos de queimadas, número significativamente inferior ao mesmo período de 2024. Apesar dessa queda, o risco de incêndios continua elevado, especialmente nas regiões Centro-Oeste, sul da região Norte e interior do Nordeste, onde as temperaturas frequentemente superam os 40 °C e a umidade relativa fica abaixo dos 20%.
Condições Climáticas e Prevenção
Meteorologistas, como Vinicius Lucyrio, da Climatempo, alertam que, embora haja previsão de aumento da umidade e chuvas em algumas áreas até o final de setembro, as próximas semanas ainda serão marcadas por calor intenso e tempo seco. Essa combinação mantém o ambiente propício para novas queimadas.
O Sistema de Monitoramento e Alerta Climatempo (SMAC) é uma ferramenta crucial para a prevenção de incêndios. Com tecnologia avançada, permite o acompanhamento em tempo real das áreas vulneráveis, ajudando na tomada de decisões e minimizando os impactos ambientais e sociais das queimadas.
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