- O supercomputador JUPITER, na Europa, alcançou um quintilhão de operações por segundo utilizando energia renovável.
- O JUPITER é o quarto computador mais rápido do mundo e o primeiro em eficiência energética.
- Seu desempenho é importante para pesquisas em modelagem climática, astrofísica e biomedicina.
- O Laser Interferometer Gravitational-wave Observatory (LIGO), que detectou ondas gravitacionais em 2015, planeja novos observatórios, como o Einstein Telescope.
- Mudanças na liderança do painel consultivo de vacinas nos Estados Unidos levantaram preocupações sobre a direção das políticas de saúde pública.
O supercomputador JUPITER, localizado na Europa, alcançou um marco impressionante ao realizar um quintilhão de operações por segundo utilizando apenas energia renovável. Este feito coloca o JUPITER como o quarto computador mais rápido do mundo e o primeiro em eficiência energética entre os supercomputadores. Seu desempenho é crucial para pesquisas em áreas como modelagem climática, astrofísica e biomedicina, além de fortalecer a posição da Europa na corrida pela inovação em inteligência artificial.
Em um contexto de avanços científicos, o Laser Interferometer Gravitational-wave Observatory (LIGO), que detectou pela primeira vez ondas gravitacionais em 2015, planeja a construção de novos observatórios, como o Einstein Telescope na Europa. Esses novos equipamentos têm potencial para detectar ondas gravitacionais de eventos cósmicos em todo o universo observável, ampliando as fronteiras do conhecimento em astrofísica.
Além disso, mudanças recentes na liderança do painel consultivo de vacinas nos Estados Unidos geraram preocupações. O novo secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., demitiu todos os membros anteriores e trouxe novos conselheiros com visões controversas sobre vacinas. A próxima reunião do painel abordará vacinas contra COVID-19, sarampo e hepatite B, mas a falta de detalhes na agenda levanta questionamentos sobre a direção futura das políticas de saúde pública.
Por fim, pesquisadores catalogaram os movimentos de polvos, criando um registro visual de quase 4.000 ações de espécies como o Octopus vulgaris. Esse estudo visa entender melhor o comportamento desses animais, revelando que, embora cada braço possa realizar diversas funções, os polvos tendem a usar os braços dianteiros para explorar e os traseiros para locomoção, sem evidências de preferência por um lado.
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