- A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que a mpox não é mais uma emergência de saúde pública internacional.
- A decisão foi baseada na redução sustentada dos casos da doença.
- O Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças mantém a mpox como uma emergência de saúde pública na África, com foco em países como Libéria e Gana.
- Nos Estados Unidos, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) enfrenta controvérsias após a demissão da ex-diretora Susan Monarez, que defendeu a integridade científica.
- Novas ferramentas de inteligência artificial, como o modelo Delphi-2M, estão sendo desenvolvidas para prever riscos de doenças com maior precisão.
Declaração da OMS sobre a Mpox
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que a mpox, anteriormente declarada uma Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional em 2024, não é mais considerada uma emergência global. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a decisão se baseia na redução sustentada dos casos da doença.
Situação na África
Apesar da nova classificação, a África Centres for Disease Control and Prevention decidiu manter a mpox como uma Emergência de Saúde Pública de Segurança Continental. Países como Libéria e Gana continuam a ser focos de infecção, exigindo atenção contínua das autoridades de saúde.
Controvérsias no CDC dos EUA
Enquanto isso, a Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos enfrenta controvérsias internas. Susan Monarez, ex-diretora da agência, relatou que foi demitida por defender a integridade científica em meio a pressões políticas. A demissão ocorreu apenas 29 dias após sua confirmação no cargo, levantando questões sobre a influência política nas decisões de saúde pública.
Avanços em Inteligência Artificial
Em um contexto mais amplo, novas ferramentas de inteligência artificial estão sendo desenvolvidas para prever riscos de doenças. Um modelo chamado Delphi-2M pode estimar a probabilidade de uma pessoa desenvolver mais de 1.000 doenças com base em registros de saúde e fatores de estilo de vida, mostrando uma precisão superior a modelos existentes.
Esses desenvolvimentos ressaltam a importância de um monitoramento contínuo e da inovação na saúde pública, especialmente em tempos de transição como o atual.
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