- Proprietária de uma casa em Itaúna, MG, adquiriu o terreno vizinho, somando 2.362 m² para ampliar áreas externas conviviais.
- A área construída total é de 643 m², com piscina, fogo de chão, academia e área gourmet integradas ao paisagismo.
- A arquiteta paisagista Flávia D’Urso lidera o projeto, em parceria com a arquiteta Paula Gonçalves Reis, buscando trazer o verde como parte ativa da experiência de morar.
- Na piscina, oliveira e palmeira Washingtonia ganham destaque como elementos escultóricos, acompanhados por canteiro de estrelítzias; guaimbês e palmeiras rabo-de-raposa estão no perímetro para manter unidade visual.
- Mais de trinta espécies formam uma paisagem contínua entre fachada, áreas externas e entorno da casa, organizando o espaço, integrando-o à arquitetura e valorizando a rotina dos moradores.
A proprietária de uma casa em Itaúna, MG, ampliou o espaço externo ao adquirir o terreno vizinho. Com a soma dos dois lotes chegando a 2.362 m², o desafio foi integrar áreas de lazer, jardim e circulação de forma harmônica. O trabalho ficou a cargo da arquiteta paisagista Flávia D’Urso, que atuou em parceria com a arquiteta Paula Gonçalves Reis.
A residência soma 643 m² de área construída, incluindo piscina, fogo de chão, academia e área gourmet. O objetivo foi criar diálogo constante entre o externo e o interior, reforçando a sensação de refúgio e de convivência com a natureza ao redor.
Concepção e espécies
O projeto valoriza o verde como parte ativa da experiência de morar, proporcionando ar fresco, luz filtrada pela vegetação e jardins vivos ao abrir as janelas dos quartos. Na piscina, oliveira e Washingtonia ganham destaque como elementos escultóricos, com um canteiro de estrelitzias ao redor.
Os guaimbés e as palmeiras rabo-de-raposa foram mantidos ao redor da área molhada, criando unidade visual entre os dois lotes. O paisagismo utiliza mais de 30 espécies distribuídas pela fachada, laterais, piscina, área gourmet e entorno, buscando textura, volume e integração com a arquitetura.
Observações sobre o processo
As decisões botânicas foram tomadas pelos moradores, conforme a arquiteta Flávia D’Urso. O conjunto busca organizar o espaço, qualificar a experiência cotidiana e manter a conexão com o exterior, sem perder a leitura de refúgio e acolhimento proporcionada pelo jardim.
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