- A Casa Refúgio, residência da arquiteta Cassiana Miranda, fica na Fazenda da Grama e foi pensada para desacelerar a rotina familiar.
- O living é voltado para a paisagem, com o verde entrando como continuidade do interior, graças ao paisagismo assinado por Catê Poli.
- A casa não tem tapetes, valorizando o piso de mármore com veios naturais e a prática do uso que acompanhará a rotina familiar.
- Os espaços externos são amplos e pensados para receber e permanecer sem pressa, mantendo o ritmo tranquilo da casa.
- A separação entre living e cozinha permite uso livre dos ambientes e mantém a organização da área social durante a rotina.
A Casa Refúgio, residência da arquiteta Cassiana Miranda, na Fazenda da Grama, foi criada para desacelerar a rotina. O living voltado para a paisagem é o ponto de partida do projeto, que busca trazer o verde para dentro do cômodo. O objetivo é transformar a casa em extensão do entorno.
Segundo o colunista Newton Lima, o paisagismo assinado por Catê Poli não atua como moldura, mas como continuidade do interior. A ideia é que a natureza seja parte da circulação e da experiência de morar no espaço.
A casa adota escolhas arrojadas para fugir do padrão, como a ausência de tapetes. O piso de mármore exibe veios naturais, refletindo a prática de uso cotidiano da família. Com crianças e terra vermelha ao redor, a opção privilegia a praticidade.
Na área externa, ambientes amplos convidam a permanência. A conformação favorece o ritmo desacelerado da casa e facilita a convivência em fins de semana e férias, sem pressa.
Outra mudança significativa é a separação entre living e cozinha. Essa solução permite uso livre dos ambientes, mantendo a área social organizada durante a rotina diária.
A relação com o entorno é marcada pela terra vermelha e pelo verde, elementos que norteiam materiais, texturas e escolhas do projeto. A residência funciona como espaço de convivência alinhado ao cenário natural.
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