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Manter o gato em casa pode prolongar sua vida, aponta estudo

Estudo aponta que manter gatos em casa pode aumentar a vida em 2 a 3 anos, reduzindo acidentes, doenças e custos veterinários

Acidentes e doenças ameaçam gatos que vagam livres. (Foto: Getty Images via Canva)
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  • Estudo publicado em mil e vinte e seis na Global Ecology and Conservation aponta que gatos que vivem soltos têm risco maior de acidentes, doenças e morte precoce, reduzindo a expectativa de vida em dois a três anos.
  • Gatos ao ar livre enfrentam perigos como acidentes de trânsito, brigas com outros animais, exposição a toxinas, quedas e infecções virais graves.
  • Manter o gato dentro de casa ou em áreas controladas aumenta a longevidade, reduz custos veterinários e melhora o bem-estar.
  • Medidas seguras incluem áreas externas cercadas, passeios supervisionados com coleira e enriquecimento ambiental com brinquedos, arranhadores e locais elevados.
  • Estatísticas relevantes: na Austrália, gatos domésticos matam cerca de 546 milhões de animais por ano; na Europa, estima-se que entre 18% e 24% dos gatos sejam atropelados ao longo da vida, com 70% dos casos fatais; dois terços dos donos já perderam gatos vagando.

O estudo publicado em 2026 na Global Ecology and Conservation, conduzido por Michael C. Calver e colaboradores, aponta que manter gatos domésticos dentro de casa reduz riscos de acidentes, doenças e morte prematura. A pesquisa destaca que o ambiente controlado é mais seguro para felinos.

Os autores analisaram dados de várias regiões e concluíram que a vida em casa pode aumentar a longevidade de 2 a 3 anos em relação a gatos que circulam livremente.

Outro ponto do trabalho é a relação entre bem-estar e manejo. Gatos confinados tendem a apresentar menos deficiências permanentes decorrentes de traumas, doenças ou exposições a toxinas.

Principais perigos para gatos que vivem ao ar livre

Acidentes de trânsito surgem como a principal causa de morte entre gatos soltos, especialmente em machos jovens não castrados. Brigas com outros animais também geram ferimentos graves e abscessos.

A exposição a toxinas, ingestão acidental de químicos ou alimentos perigosos, eleva o risco de intoxicações. Quedas de telhados, bueiros e áreas externas aumentam a probabilidade de ferimentos.

Doenças infecciosas, como o vírus FIV, também compõem o conjunto de riscos para felinos que vagam pela vizinhança. Estudos com câmeras em EUA, Nova Zelândia e Austrália mostraram frequência de situações perigosas diárias.

Benefícios de manter o gato confinado

Manter o animal em ambiente interno reduz custos veterinários e salva vidas, segundo a pesquisa. Gatos confinados apresentam maior expectativa de vida e menor incidência de sequelas graves.

Áreas externas controladas, passeios supervisionados com coleira e enriquecimento ambiental ajudam a manter o bem-estar físico e mental. Locais elevados, brinquedos e espaço suficiente para vários gatos ajudam a evitar tédio.

Como garantir longevidade e segurança

Adoção de estratégias simples como manter o gato em casa ou em recintos seguros é recomendada. Oferecer estímulos físicos e brinquedos evita comportamentos indesejados.

A supervisão de passeios externos com coleira ou recinto apropriado é importante. Verificar regularmente a saúde com veterinário de confiança completa o conjunto de medidas preventivas.

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