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Técnica simples evita amarrar tomates em estacas e economiza espaço

Técnica com suportes horizontais substitui estacas, ampliando espaço e ventilação, com caules guiados por treliças para tomates

Lyn Ong/Anna Tarazevich
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  • Técnica de cultivo de tomates muda de estacas verticais para suportes horizontais, como armações ou pérgolas, para organizar o crescimento.
  • Treliças horizontais utilizam arame resistente fixado acima da planta, formando o eixo de desenvolvimento.
  • O caule principal é enrolado no arame ou preso com grampos, incentivando o crescimento para cima em vez de usar estacas rígidas.
  • Com esse método, há maior ventilação e melhor exposição à luz solar, potencialmente aumentando a produção de frutos.
  • A abordagem oferece economia de espaço e simplifica o manejo, tornando o cultivo mais eficiente.

A prática tradicional de cultivar tomates com estacas verticais está sendo contestada por uma alternativa que promete melhor aproveitamento de espaço e menos esforço. A ideia é substituir as estacas por suportes horizontais, como armações ou pérgolas, facilitando o crescimento natural das plantas.

Essa abordagem tem ganhado adesão em jardins domésticos e em sistemas de cultivo improvisados. A mudança de método envolve menos amarração direta aos caules e foca na orientação horizontal, o que pode reduzir o emaranhado de fios e facilitar a circulação de ar entre as folhas.

Ao adotar a treliça horizontal, o cultivo passa a ocorrer em altura maior, com o caule principal sendo conduzido ao longo de um arame fixado acima da planta. Conforme a planta cresce, os ramos e frutos ficam mais expostos à luz e à ventilação, o que pode favorecer a saúde das plantas.

Como funciona o sistema horizontal

As treliças são formadas por arame resistente esticado acima da cabeça da planta, apoiado em estruturas como pérgolas, arcos, vigas ou estruturas de madeira e metal. O caule principal é enrolado no arame ou preso com grampos flexíveis, permitindo que a planta suba sem depender de suportes rígidos.

Com o crescimento, a fruta tende a se distribuir em altura, reduzindo o contato com o solo e minimizando o risco de apodrecimento. A ventilação entre os ramos melhora, o que pode colaborar para a saúde geral da lavoura doméstica.

Empresas e especialistas indicam que o método pode otimizar o uso do espaço disponível, especialmente em jardins pequenos, varandas e hortas urbanas. A prática também facilita inspeção, manejo de pragas e colheita, mantendo o processo mais organizado.

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