- Eduardo Paziam, morador do Edifício São Thomas, transforma o centro de São Paulo ao levar o verde do apartamento para a cidade, plantando um ipê amarelo no centro.
- A casa revela uma trajetória construída a partir de referências pessoais, com obras de arte, produções autorais e intervenções urbanas.
- As plantas tomaram conta do imóvel e as varandas passaram a funcionar como viveiro, conectando vida doméstica ao trabalho nos canteiros da Avenida São Luís.
- O ipê, antes cultivado na residência, foi levado para o centro para que a experiência verde fosse compartilhada pela comunidade.
- A vista para o centro reforça a relação entre o espaço interno e a paisagem urbana, sugerindo que o verde pode transformar a cidade.
No Edifício São Thomas, no centro de São Paulo, Eduardo Paziam vive cercado por plantas que cultiva para devolver o verde aos canteiros da Avenida São Luís. A história mostra como a prática nasce dentro do apartamento e ganha forma na cidade.
Pelo projeto Pazipe, Paziam atua voluntariamente no centro, cuidando de todos os canteiros da via. A iniciativa busca renovar áreas urbanas e incentivar a participação da comunidade na preservação ambiental.
A casa, residência do morador, tornou-se espaço de referência para quem busca aliar vida doméstica e ação em áreas públicas. O ipê amarelo cultivado no apartamento virou símbolo de encontro entre amigos quando florescia.
Em determinado momento, o morador decidiu levar a árvore para a cidade, plantando o ipê no centro de São Paulo para compartilhar a experiência. A mudança abriu espaço para a participação coletiva.
As plantas passaram a ocupar espaços variados da morada, transformando varandas em viveiro permanente. A convivência entre arte, objetos e intervenções urbanas marca o espaço como uma expressão de sustentabilidade.
A relação entre o interior do apartamento e a paisagem urbana fica evidente na vista para o centro. As plantações e as obras locais conectam moradia e atuação prática nas ruas da região.
Esse caso revela uma visão de mundo em que a inspiração nasce dentro do lar e transforma o entorno. O texto reforça a ideia de que o verde pode convergir moradia, arte e intervenção urbana.
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