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Estudante relata infecção por HPV após usar aparelho de academia; especialistas esclarecem

- Victoria Pinese Sartorelli, de 24 anos, relatou infecção por HPV em vídeo viral. - A verruga em sua mão gerou confusão sobre a transmissão do vírus. - Especialistas afirmam que o subtipo é inofensivo e não é sexualmente transmissível. - HPV não resiste em superfícies; contágio exige contato direto com lesões. - Tratamentos incluem ácido salicílico e orientação médica para casos específicos.

Uma mulher de 24 anos, Victoria Pinese Sartorelli, relatou em um vídeo viral que contraiu o papilomavírus humano (HPV) após usar um equipamento de academia. A estudante de medicina notou uma verruga em sua mão e, ao consultar uma dermatologista, foi informada que a lesão era causada pelo vírus. Victoria acredita que a infecção ocorreu […]

Uma mulher de 24 anos, Victoria Pinese Sartorelli, relatou em um vídeo viral que contraiu o papilomavírus humano (HPV) após usar um equipamento de academia. A estudante de medicina notou uma verruga em sua mão e, ao consultar uma dermatologista, foi informada que a lesão era causada pelo vírus. Victoria acredita que a infecção ocorreu na academia, onde tem contato frequente com pessoas desconhecidas.

O HPV é um grupo de vírus com mais de 200 tipos, e nem todos são transmitidos sexualmente. Especialistas esclarecem que a versão que causou a verruga em Victoria não é a mesma associada ao câncer do colo do útero. O Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos afirma que cerca de 40 subtipos do HPV estão relacionados a verrugas anogenitais, mas apenas 12 podem evoluir para câncer em diferentes partes do corpo.

Para tratar a verruga, Victoria utilizou ácido salicílico, que resultou na sua remoção. Existem outras opções de tratamento, como pomadas e eletrocauterização, mas a orientação médica é essencial. A ginecologista Carolina Corsini e a professora Fabiene Castro Vale enfatizam que essa versão do HPV é comum e inofensiva, não sendo transmitida por superfícies, como equipamentos de academia.

Os especialistas reforçam que o contágio desse subtipo do HPV requer contato direto entre pele lesionada e uma pessoa infectada. O ginecologista Marcelo Steiner destaca que o vírus não resiste em superfícies, tranquilizando a população sobre a segurança em ambientes públicos.

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