O cenário estético para 2025 revela uma tendência de resgate da naturalidade, liderada pelo dermatologista Dr. Bones, que introduz o conceito de “beleza despretensiosa”. Este movimento desafia os padrões exagerados, enfatizando a importância de manter a essência individual. Segundo ele, o conceito de “Quiet Luxury”, que valoriza a sofisticação discreta, reflete essa nova abordagem nos […]
O cenário estético para 2025 revela uma tendência de resgate da naturalidade, liderada pelo dermatologista Dr. Bones, que introduz o conceito de “beleza despretensiosa”. Este movimento desafia os padrões exagerados, enfatizando a importância de manter a essência individual. Segundo ele, o conceito de “Quiet Luxury”, que valoriza a sofisticação discreta, reflete essa nova abordagem nos tratamentos estéticos. “Você pode e deve realizar procedimentos para melhorar sua autoestima, mas sem perder sua essência,” afirma.
Nos últimos anos, crescem os relatos de arrependimentos em procedimentos estéticos, com celebridades como Scheila Carvalho e Gkay compartilhando experiências de desarmonização facial. Essas situações ressaltam os impactos físicos e emocionais de transformações drásticas, evidenciando a necessidade de escolhas mais conscientes. Dr. Bones alerta que os procedimentos devem valorizar a beleza natural, não transformá-la. “Harmonizar o rosto com exageros de preenchimento ou de contorno é apagar quem você é,” destaca.
O especialista também expressa preocupação com os riscos de substâncias e métodos agressivos, como o PMMA (polimetilmetacrilato), utilizado para aumento de glúteos. “O PMMA é um corpo estranho no organismo, e com o tempo, o corpo pode reagir de forma negativa,” adverte. Além disso, ele critica o uso de hormônios masculinos por mulheres, considerando essa prática perigosa e com consequências irreversíveis para a saúde.
O movimento da “beleza despretensiosa” busca libertar as pessoas das pressões sociais e digitais por uma aparência perfeita. “Está tudo bem ser quem você é,” afirma Dr. Bones, defendendo que a estética deve ser uma ferramenta de empoderamento. Ele propõe uma nova visão sobre o envelhecimento, chamando-o de “vivencimento”, enfatizando que a vida é sobre como se escolhe enxergar o mundo. “Você está envelhecendo ou está vivendo? A escolha é sua,” conclui.
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