A pandemia de COVID-19, que começou há cinco anos, resultou na morte de centenas de milhares de pessoas devido à falta de oxigênio. Mesmo em países desenvolvidos, a demanda por oxigênio superou a capacidade dos hospitais durante a primeira onda da doença. Em nações de baixa e média renda, onde nove em cada dez hospitais […]
A pandemia de COVID-19, que começou há cinco anos, resultou na morte de centenas de milhares de pessoas devido à falta de oxigênio. Mesmo em países desenvolvidos, a demanda por oxigênio superou a capacidade dos hospitais durante a primeira onda da doença. Em nações de baixa e média renda, onde nove em cada dez hospitais não tinham capacidade para fornecer oxigênio médico, famílias desesperadas fizeram esforços extraordinários para conseguir cilindros de oxigênio e salvar seus entes queridos.
Em resposta a essa crise, cerca de US$ 1 bilhão foi mobilizado para ajudar esses países a fornecer suprimentos de emergência e investir em soluções mais escaláveis e econômicas, como as plantas de adsorção por oscilação de pressão (PSA), que produzem oxigênio médico a partir da atmosfera. Esses investimentos, juntamente com programas de treinamento, representam a maior expansão no acesso ao oxigênio médico que essas nações já experimentaram.
No Nigéria, por exemplo, setenta e três hospitais já possuem ou estão em processo de instalação de plantas PSA, que geram oxigênio que é então canalizado para leitos hospitalares ou utilizado para encher cilindros que são distribuídos a outras unidades de saúde. Essa iniciativa não apenas melhora a capacidade de atendimento, mas também fortalece a infraestrutura de saúde local, garantindo um acesso mais confiável ao oxigênio médico.
Entre na conversa da comunidade