Dormir com o celular ao lado pode ser um hábito comum, mas a preocupação com a saúde é válida. Estudos recentes indicam que a radiação emitida pelos smartphones não possui energia suficiente para causar danos ao DNA, o que poderia levar a problemas como o câncer. A radiação dos celulares é classificada como de radiofrequência, […]
Dormir com o celular ao lado pode ser um hábito comum, mas a preocupação com a saúde é válida. Estudos recentes indicam que a radiação emitida pelos smartphones não possui energia suficiente para causar danos ao DNA, o que poderia levar a problemas como o câncer. A radiação dos celulares é classificada como de radiofrequência, uma forma de energia de baixa intensidade no espectro eletromagnético, que não representa riscos significativos à saúde.
Os celulares operam em frequências que variam de 0,7 a 2,7 GHz nas gerações anteriores e até 80 GHz na tecnologia 5G. Essas frequências estão na faixa não ionizante, o que significa que não têm a capacidade de quebrar o DNA ou causar danos celulares. Um estudo da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc) acompanhou mais de 250 mil pessoas e não encontrou relação entre o uso de celulares e o aumento do risco de tumores cerebrais.
Embora não haja evidências de que o uso do celular cause câncer, o hábito de usá-lo na cama pode impactar a qualidade do sono e contribuir para problemas comportamentais e transtornos de ansiedade. Portanto, é aconselhável desconectar-se do celular pelo menos uma hora antes de dormir. A moderação no uso de dispositivos móveis é sempre a melhor abordagem para preservar a saúde.
Além disso, especialistas recomendam a adoção de práticas saudáveis para melhorar o sono, como criar um ambiente propício ao descanso e estabelecer uma rotina relaxante antes de dormir. Essas medidas podem ajudar a garantir uma noite de sono mais tranquila e reparadora.
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