A princesa de Gales, Kate Middleton, anunciou que está em remissão de seu câncer, expressando alívio e foco na recuperação através de uma postagem no Instagram. Em setembro, ela havia completado a quimioterapia e ressaltou a importância de se ajustar a um novo normal, afirmando estar ansiosa por um ano gratificante. A remissão é clinicamente […]
A princesa de Gales, Kate Middleton, anunciou que está em remissão de seu câncer, expressando alívio e foco na recuperação através de uma postagem no Instagram. Em setembro, ela havia completado a quimioterapia e ressaltou a importância de se ajustar a um novo normal, afirmando estar ansiosa por um ano gratificante. A remissão é clinicamente definida quando não há mais atividade da doença, podendo ser completa ou parcial, conforme explica o oncologista Tiago Cordeiro Felismino.
Para que a remissão seja considerada completa, três fatores devem ser observados: a melhora dos sintomas clínicos, a ausência de câncer nos exames de imagem e a negatividade nos exames laboratoriais. Mesmo com bons resultados, os especialistas alertam que o paciente ainda precisa continuar o tratamento e realizar exames regulares, especialmente nos primeiros anos, para monitorar possíveis recidivas.
A prática de atividades físicas é recomendada desde o diagnóstico, respeitando os limites do paciente. Bárbara Sodré, oncologista clínica, destaca que uma boa massa muscular pode melhorar a tolerância ao tratamento. Além disso, uma dieta equilibrada, rica em fibras e vegetais, é essencial, enquanto alimentos industrializados e gordurosos devem ser evitados.
Felismino também enfatiza a importância do suporte social e familiar após a remissão. O câncer impacta não apenas o paciente, mas toda a família, que deve estar envolvida no processo de recuperação. Questões como reintegração ao trabalho e o medo de uma possível recidiva são aspectos que precisam ser abordados para garantir um suporte adequado ao paciente.
Entre na conversa da comunidade