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Morre Maria Jocilene, vítima de arroz envenenado, após nova internação em hospital

- Maria Jocilene da Silva faleceu em 24 de novembro, após complicações do envenenamento. - O corpo será enviado ao Instituto de Medicina Legal (IML) para investigação. - O arroz envenenado causou a morte de cinco pessoas em janeiro, incluindo Maria Jocilene. - Francisco de Assis Pereira da Costa, principal suspeito, está preso desde janeiro. - O arroz continha terbufós, substância tóxica proibida no Brasil, usada em pesticidas.

Uma das vítimas do caso do arroz envenenado no Piauí, Maria Jocilene da Silva, faleceu na última sexta-feira (24), conforme informou o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (Heda), em Parnaíba. A causa da morte ainda está sendo investigada, e horas antes do falecimento, o hospital havia relatado que ela se encontrava em estado gravíssimo na UTI, […]

Uma das vítimas do caso do arroz envenenado no Piauí, Maria Jocilene da Silva, faleceu na última sexta-feira (24), conforme informou o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (Heda), em Parnaíba. A causa da morte ainda está sendo investigada, e horas antes do falecimento, o hospital havia relatado que ela se encontrava em estado gravíssimo na UTI, passando por “exames complementares adicionais”. Maria Jocilene havia sido hospitalizada novamente no dia 22 de janeiro, 20 dias após receber alta do episódio que ocorreu em 1º de janeiro.

O Heda lamentou a morte da paciente e comunicou que o corpo será enviado ao Instituto de Medicina Legal (IML) para os procedimentos necessários. A causa do óbito será divulgada após a conclusão das investigações. Maria Jocilene foi uma das pessoas que consumiram o arroz envenenado, tendo recebido alta no dia seguinte ao incidente. No dia 22, ela estava no local onde ocorreu o crime quando passou mal e foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Até o momento, cinco pessoas morreram em decorrência do envenenamento. O principal suspeito do crime é Francisco de Assis Pereira da Costa, padrasto de uma das vítimas, que foi internado com sintomas de envenenamento, mas teve alta no mesmo dia e está preso desde 8 de janeiro. A polícia acredita que ele simulou os sintomas e consumiu arroz sem veneno. Um laudo do IML confirmou que o arroz estava contaminado com terbufós, uma substância tóxica proibida no Brasil.

Francisco nega ter envenenado a família, mas expressou ter “nojo e raiva” da enteada e não gostar dos filhos dela. A polícia destacou que ele apresentou versões contraditórias sobre o ocorrido, o que contribuiu para sua prisão. As investigações continuam em andamento para esclarecer todos os detalhes do caso.

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