Nesta terça-feira, a Secretaria estadual do Ambiente e Sustentabilidade e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) realizaram uma vistoria na Baía de Guanabara para investigar a origem de uma grande mancha de óleo. Os técnicos identificaram que o derramamento teve origem no navio-sonda Atlantic Zonda, que está ancorado na praia de Boa Viagem, em Niterói. […]
Nesta terça-feira, a Secretaria estadual do Ambiente e Sustentabilidade e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) realizaram uma vistoria na Baía de Guanabara para investigar a origem de uma grande mancha de óleo. Os técnicos identificaram que o derramamento teve origem no navio-sonda Atlantic Zonda, que está ancorado na praia de Boa Viagem, em Niterói. As penalidades por esse crime ambiental podem alcançar até R$ 10 milhões.
Além do derramamento, o caso é agravado pela falta de comunicação do incidente ao órgão ambiental estadual. O Inea já iniciou atividades de dispersão hidromecânica para conter as manchas de óleo. O secretário estadual do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi, afirmou que as equipes foram mobilizadas imediatamente para responder à situação e que o Plano de Área da Baía de Guanabara foi acionado, envolvendo diversas empresas e entidades.
Durante a vistoria, o Inea também identificou um estaleiro em Niterói e uma marina em São Gonçalo que estavam contribuindo para o derramamento de óleo na baía. O programa “De Olho no Mar”, que visa monitorar e autuar irregularidades na região, já estava em operação antes do incidente, focando em ações relacionadas ao transporte aquaviário e resposta a manchas de óleo.
Esse programa foi criado após um diagnóstico de acidentes ambientais no estado entre o final dos anos 1980 e 2016, com o objetivo de intensificar o monitoramento e a resposta a situações semelhantes na Baía de Guanabara, que é uma área sensível e de grande importância ambiental.
Entre na conversa da comunidade