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Ministério da Saúde orienta população a evitar contato com água do Rio Tocantins

- A queda da Ponte Juscelino Kubitschek causou a queda de dez veículos no rio. - O Ministério da Saúde emitiu orientações sobre riscos de contaminação. - O Ibama removeu 20 mil litros de agrotóxicos, mas monitoramento continua. - A travessia gratuita entre municípios afetados começou em 27 de dezembro. - A implosão da ponte remanescente está agendada para 2 de janeiro.

O Ibama continua a remoção do agrotóxico derramado no Rio Tocantins, após a queda da Ponte Juscelino Kubitschek em 22 de dezembro. O Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica com orientações para a população e profissionais de saúde, recomendando evitar contato com a água. A vigilância permanece ativa, pois, apesar de não haver contaminação […]

O Ibama continua a remoção do agrotóxico derramado no Rio Tocantins, após a queda da Ponte Juscelino Kubitschek em 22 de dezembro. O Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica com orientações para a população e profissionais de saúde, recomendando evitar contato com a água. A vigilância permanece ativa, pois, apesar de não haver contaminação detectada até o momento, os materiais químicos ainda estão no leito do rio, representando um risco potencial.

O acidente resultou na queda de dez veículos, incluindo carretas que transportavam 76 toneladas de ácido sulfúrico e 22 mil litros de agrotóxicos. O Ibama informou que 20 mil litros de agrotóxicos foram retirados até a primeira semana de janeiro, com a operação prevista para durar até abril. A nota do Ministério da Saúde alerta sobre o risco de rompimento dos recipientes, que poderia contaminar a água e impactar comunidades tradicionais ao longo do rio.

A travessia entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA) foi facilitada por uma parceria do governo do Tocantins, oferecendo transporte gratuito por barcos. A Marinha do Brasil, no entanto, destacou que as embarcações não possuem os certificados necessários para operação segura. O DNIT contratou um consórcio para construir uma nova travessia, com custo estimado em R$ 171,9 milhões e previsão de conclusão em 12 meses.

A Nota Técnica Conjunta nº 14/2025 do Ministério da Saúde orienta sobre cuidados em saúde para as populações próximas ao rio, visando mitigar impactos à saúde humana e ambiental. A qualidade da água do Rio Tocantins está sendo monitorada por órgãos competentes, e até agora não foram detectadas contaminações. As reuniões semanais entre as secretarias de saúde dos estados envolvidos visam atualizar o quadro da situação.

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