Um fotógrafo chamado Jānis Paļulis capturou uma impressionante imagem da aurora boreal e da Via Láctea sobre Bauska, na Letônia. Essa foto foi uma das 25 selecionadas no concurso Northern Lights Photographer of the Year, destacando-se entre as melhores imagens científicas do mês, conforme a equipe de fotografia da Nature. Pesquisadores descobriram que neurônios em […]
Um fotógrafo chamado Jānis Paļulis capturou uma impressionante imagem da aurora boreal e da Via Láctea sobre Bauska, na Letônia. Essa foto foi uma das 25 selecionadas no concurso Northern Lights Photographer of the Year, destacando-se entre as melhores imagens científicas do mês, conforme a equipe de fotografia da Nature.
Pesquisadores descobriram que neurônios em larvas de moscas podem detectar tanto o sabor quanto a textura dos alimentos, revelando uma complexidade sensorial inesperada. Essa descoberta, publicada na revista PLoS Biology, sugere que a percepção animal pode ser mais sofisticada do que se pensava anteriormente.
Uma análise genética da variedade de mosquito Culex pipiens molestus indica que essa espécie se originou no Oriente Médio há milhares de anos. Esses mosquitos se tornaram conhecidos por picar pessoas que se abrigavam nos túneis do metrô de Londres durante a Segunda Guerra Mundial. Os novos dados sugerem que eles se adaptaram a ambientes humanos em regiões como o Egito, em um processo que pode ter durado mais de mil anos.
Na sexta-feira, diversos conjuntos de dados de saúde pública nos Estados Unidos, incluindo informações do Centers for Disease Control and Prevention, ficaram indisponíveis online. Essa mudança se deu em resposta a ordens executivas do presidente Donald Trump, que restringem trabalhos relacionados a diversidade e inclusão. Cientistas expressaram preocupação com essa situação, descrevendo-a como uma “apocalipse de dados”, e pediram que as instituições científicas defendessem a pesquisa e a saúde pública em meio a um clima político hostil.
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