Um grupo de onze sapos machos ameaçados de extinção percorreu 11 mil quilômetros em uma tentativa de salvar sua espécie e agora gerou 33 girinos no Zoológico de Londres. Esses sapos, originários do Parque Tantauco, no Chile, enfrentam uma grave ameaça devido a um fungo letal. Para protegê-los, conservacionistas decidiram transferi-los para o zoológico britânico. […]
Um grupo de onze sapos machos ameaçados de extinção percorreu 11 mil quilômetros em uma tentativa de salvar sua espécie e agora gerou 33 girinos no Zoológico de Londres. Esses sapos, originários do Parque Tantauco, no Chile, enfrentam uma grave ameaça devido a um fungo letal. Para protegê-los, conservacionistas decidiram transferi-los para o zoológico britânico.
Os sapos da espécie Darwin são únicos entre os anfíbios, pois os machos carregam os girinos em suas bolsas vocais até que se metamorfoseiem em sapinhos. Após a metamorfose, eles expelirão de três a sete girinos, conforme relatado pela National Geographic. Mesmo quando adultos, esses sapos são pequenos, pesando menos de dois gramas e medindo menos de três centímetros, o que dificulta sua localização nas florestas.
A transferência dos sapos para Londres foi um processo complexo, que incluiu uma viagem de barco de seis horas, uma longa viagem de carro até Santiago e um voo de 14 horas até o Aeroporto de Heathrow. Com a chegada dos girinos, Ben Tapley, curador de anfíbios do zoológico, destacou que este é um “momento histórico” para a conservação da espécie, simbolizando a esperança e a importância do trabalho conjunto dos conservacionistas.
Os esforços de conservação visam, no futuro, reintroduzir a população de sapos de volta ao Chile, assim que o fungo chytrid estiver sob controle. Essa iniciativa ressalta a importância de ações coordenadas para proteger espécies ameaçadas e restaurar seus habitats naturais.
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