Fiscais do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) apreenderam uma bagagem no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, contendo restos de animais, como ratos empalados, camaleões, cabeças de cobra, morcegos, bagres secos e uma cabeça de cachorro decapitada. A mala, que chegou da Nigéria, foi interceptada no dia 28 de janeiro, após passar pelos aparelhos […]
Fiscais do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) apreenderam uma bagagem no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, contendo restos de animais, como ratos empalados, camaleões, cabeças de cobra, morcegos, bagres secos e uma cabeça de cachorro decapitada. A mala, que chegou da Nigéria, foi interceptada no dia 28 de janeiro, após passar pelos aparelhos de raio-x, onde foram identificados materiais orgânicos.
O destinatário da encomenda aguardava do lado de fora da fiscalização quando a bagagem foi retida. O material apreendido foi destinado à incineração, e a situação gerou repercussão nas redes sociais, especialmente na página do Vigiagro no Instagram, onde os registros chocaram os seguidores.
A apreensão de restos de animais não é um evento isolado no aeroporto. Em novembro, o Vigiagro interceptou uma bagagem com 386 tartaruguinhas de casco mole chinesas. O órgão federal destacou que a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (Mapa) tem como objetivo impedir a entrada de materiais orgânicos sem a devida certificação, devido a riscos zoossanitários.
O Vigiagro alertou que produtos agropecuários não tratados podem carregar larvas, insetos ou micro-organismos, representando um risco de introduzir doenças e pragas no Brasil, o que comprometeria a produção agropecuária nacional.
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