Cerca de 6,7 milhões de adultos nos Estados Unidos convivem com insuficiência cardíaca, uma condição que ocorre quando o coração não consegue bombear sangue suficiente para os órgãos. Joanne Matos, que nasceu com um coração aumentado e insuficiência cardíaca congestiva, enfrentou desafios desde jovem, sendo alertada pelos médicos sobre os riscos de ter filhos. Apesar […]
Cerca de 6,7 milhões de adultos nos Estados Unidos convivem com insuficiência cardíaca, uma condição que ocorre quando o coração não consegue bombear sangue suficiente para os órgãos. Joanne Matos, que nasceu com um coração aumentado e insuficiência cardíaca congestiva, enfrentou desafios desde jovem, sendo alertada pelos médicos sobre os riscos de ter filhos. Apesar disso, aos 16 anos, ela engravidou e, mesmo com complicações, seu filho nasceu de cesárea.
Matos sempre foi ativa em esportes, mas sua condição a levou a ter convulsões após atividades físicas. Em 2018, durante um treino, ela sentiu sintomas que a levaram a acreditar que estava tendo uma convulsão. Após uma semana no hospital, foi diagnosticada com um acidente vascular cerebral (AVC). Os médicos explicaram que a lentidão do fluxo sanguíneo devido ao seu coração fraco poderia resultar em coágulos, aumentando o risco de AVC.
Em 2019, Matos recebeu um marcapasso e, em um ano, teve dois infartos silenciosos, que ocorrem sem sintomas evidentes. Os médicos recomendaram um dispositivo de assistência ventricular esquerda (LVAD) para ajudar o coração a bombear sangue, mas ela hesitou em se submeter à cirurgia devido às restrições que o dispositivo impõe. Em 2020, seus sintomas pioraram, levando-a a buscar tratamento mais intensivo.
Após um cateterismo, os médicos informaram que seus órgãos estavam falhando e que o LVAD era sua única opção de sobrevivência. A recuperação foi desafiadora, mas Matos se dedicou a se exercitar dentro das limitações impostas. Hoje, ela está estável o suficiente para ser colocada na lista de transplante de coração no próximo ano. Matos enfatiza que “insuficiência cardíaca não é uma sentença de morte”, mas sim um desafio a ser superado com apoio médico e uma atitude positiva.
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