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Amizades e saúde mental: como prevenir a demência com atitudes simples

- A revista The Lancet atualiza fatores de risco para demência desde 2017. - Em 2023, colesterol ruim e perda de visão foram adicionados à lista. - A lista de riscos aumentou de nove para quatorze em seis anos. - A hereditariedade é um fator, mas ações preventivas são possíveis. - Compreender os riscos é essencial para a saúde mental ao longo da vida.

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Um estudo publicado pela revista científica britânica The Lancet em 2017 identificou nove fatores de risco para o desenvolvimento de demência. Esse número aumentou para doze em 2020 e, no ano passado, chegou a catorze, incluindo fatores como colesterol ruim e perda de visão, que não eram intuitivos anteriormente. A ampliação da lista sugere que […]

Um estudo publicado pela revista científica britânica The Lancet em 2017 identificou nove fatores de risco para o desenvolvimento de demência. Esse número aumentou para doze em 2020 e, no ano passado, chegou a catorze, incluindo fatores como colesterol ruim e perda de visão, que não eram intuitivos anteriormente. A ampliação da lista sugere que os riscos para a saúde cerebral estão mais presentes do que se imaginava.

Apesar da preocupação com a hereditariedade, que desempenha um papel significativo nas doenças neurodegenerativas, há uma perspectiva mais otimista. A adoção de hábitos saudáveis ao longo da vida pode reduzir consideravelmente esses riscos. Compreender a influência de cada um dos catorze fatores de risco é fundamental para a prevenção da demência.

A conscientização sobre esses fatores é um passo importante para o cuidado da saúde mental. A pesquisa destaca a importância de intervenções que podem ser realizadas em diferentes fases da vida, promovendo um envelhecimento mais saudável e ativo.

A jornalista Gabriela Freitas enfatiza que, embora a lista de riscos seja extensa, é possível adotar medidas que ajudem a mitigar esses fatores, promovendo uma abordagem proativa em relação à saúde cerebral.

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