O Brasil enfrenta um aumento significativo nos casos de dengue em 2025, com 170.376 casos prováveis registrados em janeiro e 38 mortes confirmadas. A dengue é causada pelo vírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Especialistas alertam que, após a infecção, a recuperação exige cuidados com a alimentação, hidratação e repouso. Para atletas, a […]
O Brasil enfrenta um aumento significativo nos casos de dengue em 2025, com 170.376 casos prováveis registrados em janeiro e 38 mortes confirmadas. A dengue é causada pelo vírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. Especialistas alertam que, após a infecção, a recuperação exige cuidados com a alimentação, hidratação e repouso. Para atletas, a dúvida é quando retomar os treinos. A orientação é que a prática física só deve ser reiniciada após a resolução dos sintomas e a normalização dos exames, com um retorno gradual.
Os sintomas clássicos da dengue incluem febre súbita, dor de cabeça, dor retro-orbitária, prostração e dores musculares. A fase aguda geralmente dura de três a sete dias, mas o cansaço pode persistir por mais tempo. É crucial procurar atendimento médico ao apresentar os primeiros sinais da doença. A hidratação é fundamental, com recomendações de ingestão de pelo menos 60 ml de líquidos por quilo de peso corporal. Para um adulto de 70 kg, isso equivale a cerca de 4 litros por dia.
Durante a recuperação, é importante estar atento a sinais de alerta, como febre persistente, dor abdominal intensa e vômitos. Caso esses sintomas apareçam, é necessário buscar atendimento médico imediatamente. Alguns medicamentos, como salicilatos e anti-inflamatórios não esteroidais, são contraindicados em casos de dengue. O tratamento deve ser orientado por profissionais de saúde, evitando a automedicação.
A vacina quadrivalente contra a dengue está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) e na rede privada, sendo aplicada em duas doses com intervalo de três meses. A vacinação é contraindicada para gestantes e imunodeprimidos. O sorotipo predominante no Brasil em 2024 foi o DENV-1, mas o aumento da circulação do DENV-3 gera preocupação, pois a população pode estar vulnerável devido à baixa cobertura vacinal.
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