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Secretário adjunto destaca novas tecnologias para controle da dengue em Campinas

- O secretário adjunto da SVSA, Rivaldo Cunha, se reuniu com gestores de saúde. - O encontro abordou novas tecnologias para combater arboviroses no Brasil. - Estações Disseminadoras de Larvicidas são uma das inovações apresentadas. - A técnica utiliza armadilhas que eliminam larvas do mosquito Aedes aegypti. - Municípios mapearam áreas para instalação eficaz das tecnologias de combate.

Nesta quarta-feira, 5 de junho de 2024, o secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), Rivaldo Cunha, se reuniu com gestores de saúde de sete municípios paulistas no Departamento Regional de Saúde – DRS VII, em Campinas. O encontro, convocado pelo Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São […]

Nesta quarta-feira, 5 de junho de 2024, o secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), Rivaldo Cunha, se reuniu com gestores de saúde de sete municípios paulistas no Departamento Regional de Saúde – DRS VII, em Campinas. O encontro, convocado pelo Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (COSEMS/SP), teve como foco as novas tecnologias do Ministério da Saúde para combater arboviroses, como dengue, Zika e chikungunya.

Em setembro de 2023, o ministério lançou um plano de ação para mitigar os impactos dessas doenças. O terceiro eixo do plano se concentra no controle vetorial, visando a redução da transmissão do vírus da dengue pelo mosquito Aedes aegypti. Entre as inovações apresentadas estão as Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDLs), o método Wolbachia, insetos estéreis e a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI).

O pesquisador da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, demonstrou uma das tecnologias, que consiste em um balde com água, tela e um agente saneante. O Aedes aegypti, ao entrar em contato com a tela, se impregna com o produto e o transporta para outros criadouros em um raio de até 400 metros, eliminando larvas. Essa abordagem é especialmente útil em áreas de difícil acesso, como favelas e depósitos de sucata.

Rivaldo Cunha destacou que o Brasil não pode continuar utilizando estratégias de prevenção da dengue obsoletas. Ele afirmou que as EDLs já são uma política pública eficaz e que a intenção é expandi-las nacionalmente. Os municípios presentes puderam mapear seus territórios com o auxílio da Fiocruz para determinar a quantidade ideal de EDLs, considerando diferentes métodos de distribuição, que variam de homogênea a perimetral, sempre com a necessidade de manter a operação adequada das tecnologias.

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