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Anvisa alerta sobre aumento de reações a pomadas capilares em janeiro e fevereiro

- Anvisa cancelou 1,5 mil pomadas capilares em dois anos por segurança. - Janeiro e fevereiro têm maior incidência de irritação ocular por pomadas. - Eventos adversos graves estão ligados a produtos irregulares, alerta Anvisa. - Uso excessivo e contato com os olhos devem ser evitados, segundo agência. - Consumidores devem notificar reações adversas e denunciar produtos irregulares.

Os meses de janeiro e fevereiro são críticos para a ocorrência de irritações oculares associadas ao uso de pomadas capilares, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Nos últimos dois anos, a agência cancelou cerca de 1,5 mil produtos e implementou regras mais rigorosas para a categoria. A Anvisa destaca que a atenção deve […]

Os meses de janeiro e fevereiro são críticos para a ocorrência de irritações oculares associadas ao uso de pomadas capilares, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Nos últimos dois anos, a agência cancelou cerca de 1,5 mil produtos e implementou regras mais rigorosas para a categoria. A Anvisa destaca que a atenção deve ser redobrada, especialmente durante o Carnaval, quando o uso desses produtos aumenta significativamente.

Apesar das novas medidas, a Anvisa observa que o risco de reações adversas ainda persiste. Os dados indicam que eventos adversos graves estão frequentemente ligados a pomadas não autorizadas. Por isso, a agência recomenda que os consumidores utilizem apenas produtos aprovados e evitem o uso excessivo, além de prevenir o contato com os olhos.

A Anvisa orienta que, em caso de irritação no couro cabeludo ou nos olhos, o uso da pomada deve ser evitado. Também é aconselhado que os usuários não misturem produtos e os armazenem corretamente. Se houver contato com os olhos, a recomendação é lavar imediatamente com água corrente por 15 minutos e buscar atendimento médico se surgirem sintomas como dor ou vermelhidão.

A agência enfatiza a importância de registrar e notificar reações adversas. Os consumidores devem tirar fotos dos produtos e informar o nome do fabricante à Anvisa. A colaboração entre consumidores e reguladores é crucial para garantir a segurança dos cosméticos disponíveis no mercado.

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