O Maranhão registrou, em 2024, sua maior taxa de doadores de órgãos desde a criação da Central Estadual de Transplantes (CET) em 2004. O número de doadores efetivos aumentou de 1,7 por milhão de habitantes, em 2022, para 8,2 em 2024. Essa evolução permitiu que o estado subisse 13 posições no ranking nacional, saindo do […]
O Maranhão registrou, em 2024, sua maior taxa de doadores de órgãos desde a criação da Central Estadual de Transplantes (CET) em 2004. O número de doadores efetivos aumentou de 1,7 por milhão de habitantes, em 2022, para 8,2 em 2024. Essa evolução permitiu que o estado subisse 13 posições no ranking nacional, saindo do segundo pior índice de doadores efetivos.
Entre 2022 e 2024, o Maranhão teve um crescimento de 525% nos transplantes de órgãos, totalizando 75 procedimentos. Os transplantes de córneas aumentaram em 246%, com 461 procedimentos, enquanto a captação de múltiplos órgãos cresceu 360%, totalizando 56. Um marco importante foi a realização do primeiro transplante de medula óssea no estado.
Além disso, houve o credenciamento de hospitais para realizar transplantes de rim, fígado e medula óssea, o que ajudou a reduzir a fila de espera. Nos últimos anos, 536 maranhenses foram beneficiados com transplantes na rede pública, refletindo a melhoria no sistema de doação e transplante no estado.
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