O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do Rio de Janeiro registrou um aumento de 34% nas ligações durante os dias mais quentes de janeiro de 2024. A média de chamadas, que normalmente é de 1.775, subiu para 2.379 entre os dias 16 e 22 de janeiro, com queixas predominantes de sintomas neurológicos, cardiovasculares […]
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do Rio de Janeiro registrou um aumento de 34% nas ligações durante os dias mais quentes de janeiro de 2024. A média de chamadas, que normalmente é de 1.775, subiu para 2.379 entre os dias 16 e 22 de janeiro, com queixas predominantes de sintomas neurológicos, cardiovasculares e quedas. A coordenadora-geral do Samu, coronel Bárbara Alcântara, destacou a importância de se hidratar e evitar a exposição prolongada ao sol.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) monitora as altas temperaturas por meio do painel Monitora RJ, que analisa o impacto do calor na saúde pública. A ferramenta, que utiliza dados do Banco Nacional de Dados Meteorológicos (BNDMET), classifica as condições em quatro níveis, desde “sem excesso de calor” até “extremo”. Luciane Velasque, superintendente de informações estratégicas em saúde da SES, enfatizou que o aumento nos atendimentos do Samu é um indicativo da relação entre calor excessivo e problemas de saúde.
Crianças e idosos são os grupos mais vulneráveis às altas temperaturas, exigindo atenção especial. As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais estaduais estão disponíveis 24 horas para atendimentos. A coordenadora de saúde da criança da SES, Roberta Serra, alertou sobre os sintomas que os pais devem observar, como transpiração intensa, fraqueza e tontura. Ela recomenda que, ao notar esses sinais, os responsáveis ofereçam água e mantenham a criança em um ambiente fresco, além de buscar atendimento médico imediato se necessário.
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