Uma jovem de 20 anos, residente no Texas, foi internada na UTI após sofrer convulsões e múltiplas paradas cardíacas durante um treino na academia. Antes do incidente, ela havia consumido uma bebida energética com alto teor de cafeína. Embora a bebida tenha sido mencionada, especialistas ainda não confirmaram sua relação com a emergência médica. Jazmin […]
Uma jovem de 20 anos, residente no Texas, foi internada na UTI após sofrer convulsões e múltiplas paradas cardíacas durante um treino na academia. Antes do incidente, ela havia consumido uma bebida energética com alto teor de cafeína. Embora a bebida tenha sido mencionada, especialistas ainda não confirmaram sua relação com a emergência médica. Jazmin Garza desabou no chão, apresentando sangramento pelo nariz, e foi reanimada com um desfibrilador pela equipe de emergência.
De acordo com o namorado de Garza, Isaac Ayala, a jovem enfrentou sérios problemas de saúde, incluindo falência de órgãos, e precisou de suporte de vida, como uma máquina de ECMO para circulação sanguínea e diálise. Após duas semanas de internação, ela recebeu alta, mas os médicos não conseguiram identificar a causa exata de sua parada cardíaca. Ayala destacou que os profissionais de saúde não têm certeza se a bebida energética foi a causa principal do episódio.
Garza não apresentava histórico de problemas cardíacos, mas relatou ter palpitações que poderiam indicar uma condição não diagnosticada. Em entrevista ao Daily Mail, ela sugeriu que a combinação de suas palpitações e o consumo da bebida energética pode ter contribuído para o evento. “Definitivamente ficarei longe de bebidas energéticas agora”, afirmou, ressaltando a raridade de paradas cardíacas em jovens de sua idade.
Pesquisas anteriores já associaram o consumo de bebidas energéticas a um aumento de eventos cardiovasculares em jovens. Uma revisão publicada em 2024 no *Public Health Journal* apontou uma ligação entre essas bebidas e riscos elevados de problemas de saúde, levando pesquisadores a sugerirem que o governo britânico proíba a venda desses produtos para menores de 16 anos. Essa medida já é adotada no Reino Unido e no Brasil.
Entre na conversa da comunidade