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Esgoto invade imóveis na rua Augusta e provoca revolta entre comerciantes e moradores

- A Rua Augusta, em São Paulo, enfrenta mau cheiro devido a esgoto nas sarjetas. - Após chuvas intensas, o esgoto invadiu imóveis, causando prejuízos a comerciantes. - Proprietários já gastaram milhares de reais em reparos e processam a Sabesp. - A Sabesp afirma que a rede está normal, atribuindo o problema a uma obra desabitada. - Moradores e trabalhadores relatam impactos diretos na saúde e no comércio local.

O comércio da rua Augusta, em São Paulo, enfrenta sérios problemas com o mau cheiro proveniente de um esgoto que ocupa as sarjetas do local. Moradores e trabalhadores relatam que o odor é insuportável, com uma mulher afirmando que convive com o cheiro durante toda a tarde, o que caracteriza um descaso. Na semana passada, […]

O comércio da rua Augusta, em São Paulo, enfrenta sérios problemas com o mau cheiro proveniente de um esgoto que ocupa as sarjetas do local. Moradores e trabalhadores relatam que o odor é insuportável, com uma mulher afirmando que convive com o cheiro durante toda a tarde, o que caracteriza um descaso. Na semana passada, o esgoto invadiu imóveis, causando prejuízos significativos aos comerciantes, como no caso de Márcio Tayae, que gastou cerca de R$ 30 mil com aluguel de bombas para retirar a água contaminada.

A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) foi acionada, mas afirmou que a rede de esgotos está funcionando normalmente. A companhia alegou que a água nas sarjetas é resultado de uma obra em um prédio desabitado, sem especificar qual. O problema se intensificou após as fortes chuvas de 24 de janeiro, quando a cidade registrou 125,4 mm de precipitação, o terceiro maior volume desde 1961.

Comerciantes, como Dieylla Gomes, já gastaram cerca de R$ 50 mil em reformas devido aos danos causados pelo esgoto. Ela está considerando processar a Sabesp. Outros trabalhadores também relatam dificuldades, como Renzo Nascimento, que teve que afastar mesas de sua padaria para evitar reclamações dos clientes sobre o mau cheiro, que afeta diretamente o ambiente de trabalho.

A situação na rua Augusta continua crítica, com relatos de água suja sendo jogada de volta na pista e pessoas sendo molhadas por veículos. A Prefeitura de São Paulo foi contatada sobre o problema, e o texto será atualizado caso haja resposta.

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