Uma em cada seis mortes por doenças cardiovasculares nos Estados Unidos é atribuída ao acidente vascular cerebral (AVC), que já afetou mais de 100 milhões de pessoas globalmente, sendo uma das principais causas de incapacidade a longo prazo. Durante o Mês Americano do Coração, em fevereiro, a Associação Americana do Coração enfatiza a importância da […]
Uma em cada seis mortes por doenças cardiovasculares nos Estados Unidos é atribuída ao acidente vascular cerebral (AVC), que já afetou mais de 100 milhões de pessoas globalmente, sendo uma das principais causas de incapacidade a longo prazo. Durante o Mês Americano do Coração, em fevereiro, a Associação Americana do Coração enfatiza a importância da saúde cardiovascular e da prevenção do AVC. A médica Leana Wen, da Universidade George Washington, explica que os AVCs se dividem em dois tipos: o isquêmico, causado por bloqueios no suprimento sanguíneo, e o hemorrágico, resultante do rompimento de uma artéria no cérebro.
Os fatores de risco para AVC incluem condições médicas como hipertensão, diabetes e colesterol alto, além de hábitos de vida, como o uso de tabaco e dietas inadequadas. A idade também é um fator significativo, com o risco dobrando a cada dez anos após os 55 anos. Dados do CDC indicam que pessoas negras têm quase o dobro da probabilidade de sofrer um AVC em comparação com brancos, e as mulheres são mais propensas a ter um AVC do que os homens.
O diagnóstico do AVC é uma emergência médica que requer atendimento imediato. Os pacientes são submetidos a exames físicos, de sangue e de imagem, como tomografias e ressonâncias magnéticas. O tratamento do AVC isquêmico envolve a administração de medicamentos que dissolvem coágulos, com uma janela de três horas após o início dos sintomas. Já o AVC hemorrágico pode necessitar de procedimentos cirúrgicos, dependendo da situação.
Os sinais de alerta para um AVC incluem dificuldade para ficar de pé, problemas de visão, flacidez facial e dificuldade na fala. Para reduzir o risco de AVC, é fundamental controlar condições médicas, manter hábitos saudáveis, como exercícios regulares e uma dieta equilibrada, além de evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool. Essas medidas não apenas diminuem o risco de AVC, mas também ajudam na prevenção de outras doenças cardiovasculares.
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