Técnicos do Ministério da Saúde, da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) iniciaram a fase final dos estudos para a fusão do Hospital Federal dos Servidores do Estado (HFSE) com o Hospital Universitário Gaffrée e Guinle. Essa fusão é parte do Plano de Reestruturação […]
Técnicos do Ministério da Saúde, da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) iniciaram a fase final dos estudos para a fusão do Hospital Federal dos Servidores do Estado (HFSE) com o Hospital Universitário Gaffrée e Guinle. Essa fusão é parte do Plano de Reestruturação dos Hospitais Federais, que visa otimizar os serviços de saúde. As equipes estão elaborando um relatório que abordará o dimensionamento de pessoal, custos e planejamento da nova unidade, com discussões já iniciadas em visitas técnicas ao HFSE.
A proposta de fusão deve ser aprovada pela Unirio, e, se viável, o HFSE será doado pelo Ministério da Saúde à universidade. Após isso, a Unirio celebrará um contrato de gestão especial com a Ebserh para a administração do novo hospital. A diretora do Departamento de Gestão Hospitalar, Teresa Navarro, destacou que a união resultará em um dos maiores hospitais universitários do Brasil, beneficiando a população do Rio de Janeiro.
O presidente da Ebserh, Arthur Chioro, enfatizou que a nova unidade pode atrair investimentos significativos em formação e pesquisa, aumentando a capacidade de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O reitor da Unirio, José da Costa Filho, também ressaltou os benefícios para os centros acadêmicos e a pesquisa. O diretor-geral do HFSE, Paulo Roberto Pereira de Sant’Ana, afirmou que a colaboração entre as instituições foi crucial para o progresso da fusão.
Além do HFSE, outros hospitais federais, como o Andaraí, Cardoso Fontes e Bonsucesso, já estão em processo de reestruturação. O Ministério da Saúde destinou R$ 150 milhões à prefeitura do Rio de Janeiro e planeja incorporar R$ 610 milhões para atender à média e alta complexidade. Com essas ações, espera-se que o número de leitos aumente, melhorando a capacidade de atendimento e a qualificação profissional. A reestruturação garantirá os direitos dos servidores, com um canal de atendimento criado para esclarecer dúvidas sobre o processo.
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