Após a invasão do espelho d’água por foliões durante um bloco de carnaval no último sábado (15), o Museu do Amanhã alertou, em vídeo publicado nas redes sociais na segunda-feira (17), sobre os riscos à saúde de mergulhar no lago artificial. A instituição informou que o espaço será cercado para evitar novos incidentes. A água […]
Após a invasão do espelho d’água por foliões durante um bloco de carnaval no último sábado (15), o Museu do Amanhã alertou, em vídeo publicado nas redes sociais na segunda-feira (17), sobre os riscos à saúde de mergulhar no lago artificial. A instituição informou que o espaço será cercado para evitar novos incidentes. A água do espelho, que provém da Baía de Guanabara, passa por tratamento, mas ainda contém impurezas e micro-organismos prejudiciais à saúde, podendo causar problemas de pele.
O museu destacou que, apesar de a água ser filtrada em duas camadas com pedras e areias, ela não é adequada para consumo ou banho. “As águas são tratadas só para ficarem mais claras, mas bactérias nocivas ou até quantidades mais elevadas de cloro podem ser encontradas”, alertou a equipe de operação. Placas no local já indicam a proibição de entrada no espelho d’água, que também ajuda a reduzir a temperatura ambiente em até dois graus Celsius.
A invasão ocorreu durante a passagem do bloco Lolo de Ouro pela Praça Mauá, no Centro do Rio, quando as temperaturas chegaram a 36,9ºC, segundo o Sistema Alerta Rio. O Museu do Amanhã reconheceu a situação de calor extremo, afirmando que o tema é parte dos debates que propõe à sociedade, mas reiterou que o banho no espelho d’água não é permitido.
Em resposta ao ocorrido, o museu anunciou que irá cercar o lago e reforçar a segurança, visando garantir a integridade dos visitantes e das instalações. A medida busca prevenir novos episódios semelhantes e assegurar a saúde do público que frequenta o espaço.
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