Oona Varga, de St. Louis, redescobriu sua paixão pela patinação aos 22 anos, após anos afastada. Desde a infância, quando deslizou no Steinberg Skating Rink, ela encontrou alegria nos patins, que foram um presente de uma amiga. Varga relembra: “Andar de patins me trazia imensa alegria”, e agora, essa atividade a conecta com a nostalgia […]
Oona Varga, de St. Louis, redescobriu sua paixão pela patinação aos 22 anos, após anos afastada. Desde a infância, quando deslizou no Steinberg Skating Rink, ela encontrou alegria nos patins, que foram um presente de uma amiga. Varga relembra: “Andar de patins me trazia imensa alegria”, e agora, essa atividade a conecta com a nostalgia de sua juventude.
A psicologia do brincar, desenvolvida pelo Dr. Stuart Brown, sugere que todos têm um estilo lúdico que pode ser explorado. Ele categoriza personalidades como o diretor, o competidor e o explorador, permitindo que as pessoas identifiquem suas preferências. Essa abordagem ajuda a entender como hobbies antigos ou novos podem trazer diversão e satisfação à vida.
Retornar a atividades da infância pode oferecer alívio do estresse e promover um estado mental positivo. Um estudo recente revelou que adultos que se engajam em brincadeiras tendem a ser mais otimistas e resilientes. “Quando as pessoas brincam, novas conexões cerebrais se formam”, explica Brown, destacando a importância da ludicidade para a saúde mental.
Para integrar hobbies à rotina, Durvasula sugere manter materiais acessíveis e combinar atividades prazerosas. “Como vou brincar hoje?” é a pergunta que Brown recomenda para incentivar a diversão diária. Envolver amigos ou familiares pode aumentar a motivação e fortalecer laços, tornando a prática de hobbies uma parte essencial da vida.
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