A reforma ministerial iniciada nesta terça-feira, 25, traz Alexandre Padilha de volta ao comando do Ministério da Saúde, substituindo a socióloga Nísia Trindade, a primeira mulher a ocupar o cargo, que foi demitida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Padilha, que já foi ministro da Saúde entre 2011 e 2014, possui um histórico significativo […]
A reforma ministerial iniciada nesta terça-feira, 25, traz Alexandre Padilha de volta ao comando do Ministério da Saúde, substituindo a socióloga Nísia Trindade, a primeira mulher a ocupar o cargo, que foi demitida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Padilha, que já foi ministro da Saúde entre 2011 e 2014, possui um histórico significativo na área, incluindo sua atuação na Secretaria Municipal da Saúde durante a gestão de Fernando Haddad.
Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo e com doutorado em Saúde Pública pela Unicamp, Padilha tem uma trajetória no Partido dos Trabalhadores (PT), onde participou das campanhas presidenciais de Lula em 1989 e 1994. Ele também atuou em diversas funções na saúde pública, incluindo a coordenação de planos de controle de malária e a direção da Saúde Indígena na Funasa.
Em sua campanha para deputado federal em 2022, Padilha destacou sua experiência como ministro, especialmente na implementação do programa Mais Médicos, que visa levar profissionais de saúde a regiões remotas. Ele expressou orgulho por sua contribuição à saúde pública no Brasil, enfatizando a importância do programa.
Padilha deve assumir oficialmente o cargo em 6 de março e enfrentará desafios significativos, como o aumento de casos de dengue, que atingiu recordes em 2024, com 416.510 casos e 166 mortes confirmadas. Além disso, o Ministério da Saúde está lidando com surtos de febre amarela, iniciando a distribuição de 1,6 milhão de doses extras de vacina para estados afetados.
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