A ex-tenista austríaca Barbara Schett fez declarações contundentes sobre a relação entre a jogadora Elena Rybakina e seu treinador, Vukov, sugerindo que ele a submeteu a uma “lavagem cerebral completa”. Schett destacou que a situação se agravou durante o US Open de 2024, levando a equipe e a família de Rybakina a tentarem afastá-lo. A […]
A ex-tenista austríaca Barbara Schett fez declarações contundentes sobre a relação entre a jogadora Elena Rybakina e seu treinador, Vukov, sugerindo que ele a submeteu a uma “lavagem cerebral completa”. Schett destacou que a situação se agravou durante o US Open de 2024, levando a equipe e a família de Rybakina a tentarem afastá-lo. A ex-atleta acredita que a WTA tomou a decisão correta ao bani-lo, afirmando que Vukov abusou mentalmente da jogadora.
Schett também mencionou conversas com Goran Ivanisevic, onde ele expressou preocupação com o fato de Vukov e Rybakina estarem em um relacionamento privado. Ela criticou a tentativa de Vukov de retornar ao time, considerando isso uma “situação desastrosa”. A ex-tenista relatou ter ouvido gritos inaceitáveis de Vukov durante os jogos, reforçando a necessidade da WTA proteger suas jogadoras e garantir que haja consequências para comportamentos abusivos.
Além disso, Schett abordou o medo que muitos jogadores têm de se manifestar sobre abusos, citando seu próprio receio em relação ao pai da tenista Jelena Dokic. Ela mencionou que, apesar de ser um caso diferente, a falta de consciência sobre a gravidade de tais situações pode levar a um silêncio preocupante. A ex-tenista também expressou preocupação com o pai de Leylah Fernandez, afirmando que a forma como ele trata a filha é “inacreditável” e “terrível”.
Por fim, Schett refletiu sobre a dinâmica de relacionamentos no tênis, apontando que muitos buscam formar vínculos dependentes com jogadoras para se beneficiar financeiramente. Ela citou o caso de Patty Schnyder, que se afastou de sua família devido a um relacionamento abusivo. Schett acredita que a sociedade está avançando ao discutir abertamente esses problemas, mas ressalta a importância de criar um ambiente que permita identificar e combater abusos.
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